Mastercard pretende substituir senhas por tecnologia de reconhecimento facial. E mais

07/07/2015

MasterCardOutras tecnologias envolvem reconhecimento de voz e até batidas do coração

A Mastercard está procurando eliminar a necessidade de senhas. Segundo Ajay Bhalla, um especialista em segurança da empresa de cartões de crédito, eles estão trabalhando em várias opções de software biométricos que serão integrados ao aplicativo do Mastercard, permitindo que os consumidores tenham várias opções de autenticação, entre as quais o escaneamento dos rostos dos clientes. Nesse caso, o processo envolve piscadelas para eliminar o risco de ladrões usarem fotografias. Estão sendo desenvolvidas também soluções de reconhecimento de voz e batidas do coração. Fonte: Tech Times

Pesquisa: personalização em tempo real melhora resultados

58% dos anunciantes globais usaram personalização em tempo real, ou seja, completada em menos de 1 segundo. E, entre os 42% restantes, aproximadamente oito em cada dez pretendem fazer isso até o próximo ano. Esses são alguns resultados de uma pesquisa realizada pela Researchscape em abril de 2015 para a Evergage que também descobriu que a personalização em tempo real oferece grandes ganhos, principalmente quando o consumidor está envolvido: cerca de três quartos de quem usa personalização em tempo real afirma que o maior engajamento dos visitantes é o principal benefício, e 54% disseram que melhorou a experiência do consumidor. 37% disseram ter constatado uma melhoria nas conversões entre 1% a 10% devido a esses esforços e 39% constataram um aumento entre 11% e 30%. 50% disseram que vão aumentar a verba de personalização neste ano. Websites foram o principal canal de personalização em tempo real, citado por 44%. Websites móveis foram citados por 17%, web apss por 13% e mobile apps por 9%. Fonte: eMarketer

Botões de compra universais podem fazer o m-commerce decolar

Google, Twitter e Pinterest estão desenvolvendo botões em que o usuário basta clicar para ir direto às compras. Com isso, esses sites devem ocupar o papel de intermediários entre os consumidores e os varejistas, com têm o potencial de transformar os dispositivos móveis em autênticos instrumentos de compra – hoje eles são mais usados para pesquisa e a compra é feito via desktops ou nas lojas físicas. “O processo de compra passa cada vez mais pelos dispositivos móveis”, afirma Andrew Lipsman, da comScore, “mas ainda há um gap entre o tempo passado no dispositivo e os valores efetivamente transacionados.” A lógica por trás do uso desses botões é que, em um mundo crescentemente móvel, no qual as pessoas digitam menos e tocam nas telas mais, um processo mais previsível de checkout diminuirá o “atrito” e gerará mais vendas. Fonte: The New York Times

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