Publicidade com temas LGBT estiveram em alta em junho. E outras questões

02/07/2015

Wells Fargo's 'Learning Sign Language' spot

Cena de comercial da Wells Fargo

Wells Fargo, Tylenol e Chobani usaram os temas de forma notável, afirma empresa de medição de impacto dos anúncios

Os resultados de vendas do Boticário falam por si, mas a inclusão do temas LGBT na publicidade está em alta não apenas no Brasil. Nos EUA, há cada vez mais marcas acreditando no valor da promoção da diversidade e da aceitação em suas mensagens. O mês passado, que terminou com a aprovação do casamento gay pela Suprema Corte norteamericana, foi o Pride Month, no qual a comunidade celebra o aniversário dos tumultos de Stonewall em 1969 com paradas e outros eventos. Muitas marcas pegaram carona e publicaram anúncios que apoiam fortemente a comunidade LGBT, incluindo o tema respeito à escolha em seus posicionamentos de marca. As três campanhas mais notáveis, segundo dados da iSpotTV, foram da Wells Fargo, da Tylenol e da Chobani. Fonte: Advertising Age

Estudo: mensagens dentro de apps aumentam muito índices de retenção

Segundo um estudo recente da Localytics, apenas um terço das empresas de aplicativos usam atualmente mensagens ‘in-apps’, ou seja, enviada através de aplicativos. Mas isso pode mudar se os outros dois terços ficarem sabendo que os aplicativos que enviam mensagens têm uma taxa de renteção 3,5 vezes maior. Isso pode significar uma taxa de retenção de até 50% no terceiro mês, que é muito significativo em uma indústria onde as pessoas costumam baixar os aplicativos, usá-los duas ou três vezes e depois desinstalá-los. Fonte: Ventura Beat

 

Marcas tradicionais de marketing direto lideram vendas em vestuário e acessórios

De acordo com um novo relatório da eMarketer, “Apparel Retailers and Digital Commerce: Trends and Benchmarks”, as vendas no varejo eletrônico de vestuário e acessórios alcançarão US$ 60 bilhões em 2015, 17,2% do total do comércio eletrônico nos EUA. Os consumidores têm muita escolha quando compram vestuário: lojas de desconto, lojas de departamento e lojas especializadas de todos os tipos, de “fast fashion” a alto luxo. Como regra geral, entre os varejistas especificamente de vestuário, as receitas que vêm do ecommerce tendem a ser maiores do que nos outros formatos, mas quando se examina mais a fundo descobre-se que um fator claramente leva a isso: a correlação entre catálogos e vendas. Os dados da eMarketer mostram que quase todos os varejistas líderes no ecommerce nesse segmento são empresas que conseguiram migrar seus negócios da venda pelos correios para a Internet. Um background em catálogo não garante o sucesso, afirmam os analistas da consultorai, mas varejistas multicanais com fortes raízes em marketing direto, como J.Crew ou Urban Outfitters, conseguem realizar 30% de suas vendas digitalmente. Fonte: eMarketer

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