Estudo mostra como transformar seguidores em advogados da marca. E mais

29/06/2015

Inside a recently opened Warby Parker store in New Orleans. Photo: Warby Parker

Loja da Warby Parker em New Orleans. Saiba mais abaixo

Pesquisa foi feita em 11 países, Brasil teve maior percentual de “brand promoters”

Apesar de difícil de mensurar, o crescente impacto das mídias sociais sobre as marcas é indiscutível. A Social@Ogilvy recentemente usou a empresa SurveyMonkey paraouvir mais de 5.500 usuários de mídias sociais em 11 países para tentar descobrir como as marcas deveriam usar as redes para impactar os consumidores. Uma descoberta fundamental foi que há dois grupos chave entre os seguidores de uma marca: “sharers” e “brand promoters”. Sharers são aqueles que não apenas seguem uma marca mas proativamente compartilham suas experiências – que podem ser positivas ou negativas! Já os brand promoters estão mais envolvidos emocionalmente com a empresa. O estudo define os autênticos brand promoters como aqueles usuários identificados a ponto de recomendar marcas e produtos para os amigos. Eles são bem mais raros – e influentes – do que os sharers. Nos EUA, 55% dos entrevistados identificaram-se como sharers e apenas 19% como verdadeiro brand promoters. No processo, segundo o estudo, qualidade é fundamental. 93% dos usuários de  mídias sociais disseram que a excelência do produto é a principal razão pela qual eles recomendam uma marca em particular. E 61% dos promoters disseram que se faltar qualidade eles não recomendarão uma marca ou um produto. L’Oreal, Nivea, Dove e Chanel são as marcas com maior probabilidade de ser recomendadas, e McDonald’s, Monsanto, além das empresas locais de Telecom, Internet, cabo e satélite, são as menos recomendáveis. O Brasil, segundo o estudo, destacou-se como o país com mais brand promoters: 42%. Fonte: DMNews

Pesquisa: atualizações não estão na lista de ‘urgentes’ entre usuários brasileiros de smartphones

A maioria dos usuários no Brasil não estão com muita pressa para substituir seus smartphones, de acordo com uma pesquisa realizada em abril de 2015 pela MeSeems. Mais de 40% dos pesquisados disseram comprar um novo smartphone a cada dois anos – essa foi a resposta mais comum. Dois terços relataram comprar em prazo mais frequente, mas apenas 29,2% compram todo ano e menos de 4% mais frequentemente do que isso. Quando estão prontos para substituir seus dispositivos, ainda segundo a pesquisa, preocupam-se principalmente com o processador e a memória disponível no novo modelo – razões citadas por 70%. Mais de seis em cada dez citaram também o tempo da bateria, aplicativos, funcionalidade e qualidade da câmera. A marca, porém, também desempenha um papel importante: 57,7% disseram que a reputação do fabricante é importante quando selecionam um aparelho. Fonte: eMarketer

Warby Parker: os revolucionários do e-commerce avançam celeremente no mundo físico

A marca Warby Parker, de óculos de prescrição e óculos de sol, nasceu em 2010 e logo se tornou um sucesso. O modelo era uma soma de custos baixos, design avançado e caridade – através do programa “Buy a Pair, Give a Pair, para cada par de óculos vendido, a empresa produz um par para a organização não lucrativa VisionSpring, que atende pessoas necessitadas. Em junho de 2014, o programa atingiu o número de 1 milhão de pessoas atendidas. Chamada de a Netflix das fotóticas, no início, a empresa apoiava-se apenas no seu site de comércio eletrônico. Aí, pouco mais de dois anos atrás, a Warby Parker abriu sua primeira loja física, no bairro do Soho, Nova York. Mesmo então suas expectativas eram bem discretas. Segundo Dave Gilboa, um dos co-fundadores, eles achavam que iriam abrir mais uma ou duas lojas no máximo. Mas a reação dos consumidores entusiasmada. E, como resultado, a rede já tem 12 lojas e pretende abrir mais 7 até o final do ano. O fato é que a Warby Parker descobriu, quase por acaso, que as lojas físicas podem ser cruciais para os planos de crescimento da empresa. Em vez de canibalizar um pouco as vendas do e-commerce, as lojas físicas parece ajudá-las. Como é uma empresa que trabalha firmemente baseada em dados, a Warby descobriu que 30-50% das pessoas que compram nas lojas são aquelas que menos provavelmente fariam uma compra online. Mas 90% de quem compra nas lojas no mínimo já visitou o website. E muitos daqueles que compram nas lojas fazem uma segunda ou terceira compra online. Ou seja, os canais funcionam integradamente, embora as vendas de e-commerce ainda representem a maioria dos negócios da Warby Parker. Fonte: Fashionista

#WarbyParket

 

 

 

 

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