Apple Pay: em vez de programa de fidelidade, programa de ubiquidade. E mais

19/06/2015

A ideia da Apple é incentivar em primeiro lugar o uso de pagamentos móveis como um todo

Ubíquo. Adj. Que está ou pode estar em toda parte ao mesmo tempo; onipresente. De acordo com o site Payments Source, a coisa mais notável que ocorreu no recente anúncio da Apple sobre fidelidade em relação a seu produto de pagamento é que eles não pensam em lançar nenhum programa de fidelidade. O Apple Pay vai aceitar cartões de fidelidade do varejo – ou seja, instrumentos que estimulam a fidelidade àqueles varejistas – mas não terá nada para incentivar a fidelidade ao próprio sistema. Segundo especialistas, isso é a melhor solução, pois no momento ainda há necessidade criar demanda primária, ou seja, os consumidores ainda precisam de razões fortes para abraçar os pagamentos móveis como um todo – e os varejistas são o melhor canal para isso. Fonte: Payments Source

Marketing baseado em algoritmos: onde mora o perigo?

O sucesso do Google está tendo efeitos colaterais. E nem todos são positivos. De um lado, temos a mídia programática mudando o meio ambiente do marketing online e começando a migrar para o mundo offline. Do outro, temos o surgimento de alguns conceitos no mínimo polêmicos. Marketing baseado em algoritmos é um deles. Segundo o professor Utpal Dholakia, da Rice University, Houston, Texas, seu emprego não leva em consideração o contexto e “o tiro pode sair pela culatra”, principalmente porque os consumidores têm suspeitas naturais sobre a prática. “Ao empregar uma mentalidade calculada e metódica para analisar o consumidor, o marketing baseado em algoritmos minimiza as oportunidades de formar ligações emocionais e limitar a gama das ações do consumidor”, escreveu ele. Fonte: Harvard Business Review

Pesquisas: o marketing em tempo real avança – assim como as verbas

As empresas vêm adotando o real-time marketing (RTM), marketing em tempo real, para atingir uma variedade de metas – e seus esforços não estão limitados apenas às mídias sociais. Pesquisas recentes mostram um aumento das verbas para as técnicas de RTM. Um estudo de março de 2015, feito pela Wayin, que ouviu 200 empresas americanas que praticam RTM, descobriu que 56% pretendiam melhorar o relacionamento com consumidores e 55% para promoções de eventos. As mídias sociais apareceram como o local ideal para interagir com os consumidores em tempo real, mas não o único: 62% falaram em automação de marketing – emails disparados em reação a ações consumidor, por exemplo. Conteúdo personalizado baseado em interações, como blogs também são usados pelas maioria dos entrevistados. As verbas também estão aumentando. 58% das empresas ouvidas disseram atribuir mais de 40% de suas verbas de marketing para RTM e seis em cada dez pretendem aumentar os valores no próximo ano. A explicação é simples: quem migrou já obteve melhores ROIs: 36% disseram que mais de metade do ROI total estava vindo de RTM e 43%, entre 26% e 50%. Fonte: eMarketer

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