Como o Walmart vai mudar o modo de comprar em supermercados. E outras questões

08/06/2015

Shoppers walk outside a Sam's Club store in Peoria, Illinois, U.S., on Wednesday, Jan. 2, 2013. The International Council of Shopping Centers is scheduled to release U.S. chain store sales data on Jan. 3. Photographer: Daniel Acker/BloombergNovo recurso mobile do Sam’s Club facilita muito o processo de pegar as compras feitas online

Os clientes do Sam’s Club, cadeia de atacado pertencente ao Walmart, que optam por fazerem os pedidos online e pegarem os produtos na lojas agora terão um serviço mais rápido graças a um novo recurso do aplicativo móvel que deixa que eles eles avisem quando vão chegar. O recurso elimina tempo de espera – um problema sério que havia sido identificado pelo atacadista – porque os funcionários podem separar os alimentos congelados e deixá-los prontos para serem pegados. O novo recurso deixa claro que o Walmart está aumentando seus esforços para fazer o consumidor repensar a maneira como faz as compras de supermercados, que é talvez a mais essencial das compras de varejo e ao mesmo tempo onde há mais resistência a serem feitas online – pesquisa de 2014, feita pela IBIS World, apontou que apenas 1,9% das compras de supermercado são feitas online. Fonte: The Washington Post

Mobile Marketing: os botões “compre agora” vão conseguir transformar navegação em transação?

Fazer compras via dispositivos móveis, até agora, significava digitar informação sobre cartão de crédito, forma de pagamento e entrega em telas minúsculas. E era exatamente nesse ponto onde a transação empacava, com o consumidor preferindo pesquisar em seus celulares mas comprar mais tarde no seu computador ou na loja. Mas isso está mudando. Botões “compre agora”, desenhados especificamente para fazer com que as compras mobile fiquem mais fáceis estão começando a proliferar, com Google, Pinterest e, em breve, Instagram, incluindo o recurso. Especialistas dizem que os botões têm o potencial para eliminar a lacuna entre o uso do dispositivo móvel como meio de encontrar produtos e a compra real. A única dúvida é se essas redes vão se contentar em fornecer esse facilitador para os varejistas ou se têm planos de se tornarem autênticos marketplaces. Fonte: Digiday

 

Facebook encerra rastreamento automático de localização e anuncia planos maiores

O Facebook está removendo o levemente assustador, sempre ligado, recurso de localização no Messenger por uma solução mais explícita, e que funciona apenas uma vez, de compartilhar onde você está ou estará. Mas os planos da rede são bem mais ambiciosos. “O que estamos lançando é a fundação de tudo o que está vindo”, afirmou Stan Chudnovsky, Head of Product do Messenger. A inspiração confessada, por irônico que pareça, é a rede chinesa WeChat. De lá, vem a ideia de fazer com que o usuário, enquanto digita, tenha a disposição recursos de localização e de comércio – ele vai poder chamar taxis e muito mais. Fonte: TechCrunch

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