Comportamento do consumidor é chave para mobile marketing global, afirma estudo. E mais

05/05/2015

Nordstrom Seattle store

Calçada da principal loja da Nordstrom, em Seattle. Clientes online agora podem pegar seus produtos nela. Leia abaixo

 

O máximo de ROI depende cada vez mais do planejamento baseado em dados – marketing diálogo!

De acordo com o novo relatório da Fetch.com, “Agile Planning for a Mobile World”, os profissionais de mobile marketing não devem seguir as mesmas regras de disciplinas mais tradicionais de marketing, que dividem o mundo em grupos com base na geografia. Assim, em vez de agrupar os usuários móveis em regiões como Europa, Oriente Médio, África ou América do Norte, devem segmentá-los por padrões de comportamento. A conclusão é que os profissionais precisam pensar sobre como alocar orçamentos ao planejar campanhas de mobile marketing, pois este é um canal profundo e complexo em si mesmo, e merece um estudo mais profundo. “O mobile é um dos setores de crescimento mais rápido, mas é ainda incipiente”, disse Dan Wilson, head of data, Fetch, San Francisco. “Para alcançar o máximo retorno sobre o investimento, você precisa de conhecimentos de dados para identificar tendências na instalação de aplicativos [e na web móvel]”. Fonte: Mobile Marketer

Nordstrom testa serviço entrega de pedidos online em calçadas das lojas

O novo serviço da Nordstrom está sendo testado em várias lojas de cidades todo o país, incluindo a loja-símbolo da rede, no centro de Seattle. Desde 2008, os clientes que compram online podem pegar os produtos nas lojas, mas agora os clientes no locais em teste têm a opção de ligar ou enviar uma mensagem quando estiver perto da loja e um funcionário esperará por ele na calçada, de forma que o cliente não precisará sair do carro. O novo sistema de entrega pode ajudar a Nordstrom a competir com outros varejistas online, como a Amazon, que promete fazer as entregas poucas horas após a compra. Outra vantagem é que algumas pessoas podem querer entrar e experimentar outros produtos, mas a entrega na calçada é uma solução realmente perfeita para o cliente que está com pressa. Fonte: Puget Sound Business Journal

Pesquisa: quais as razões mais prováveis de alguém comprar online?

De acordo com a Internet Retailer, o comércio eletrônico foi responsável por 7.7% do total de vendas no varejo (excluindo alimentação) no quarto trimestre de 2014, 14.6% mais do que no ano anterior (embora ainda signifique que 92.3% das vendas do varejos não ocorrem online). A questão que vale milhões de dólares, portanto, é simples: quais os fatores que mais contribuem para o aumento das vendas online? Em busca das respostas, a Marketing Sherpa ouviu 1.459 consumidores online nos EUA. Segundo a pesquisa, a esmagadora maioria dos entrevistados (83%) disseram que frete grátis iria torná-los mais propensos a fazer compras online. Devoluções gratuitas vieram em segundo lugar – o motivo foi citado por 64%. Em terceiro lugar, veio rapidez de entrega (62%). Confira o gráfico com todos os dados em https://www.pinterest.com/pin/279575089344393872/. A análise da consultoria aponta um dado importante, principalmente para quem faz marketing diálogo: a palavra GRÁTIS continua em alta. Fonte: Marketing Sherpa

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