Programas de fidelidade viram plataformas de cross-selling. E mais

30/04/2015

Consumidores buscam opções e flexibilidade, elementos nem sempre presentes em programas tradicionais

Para muitos consumidores, comenta Ryan Lile, fundador da Frequent Flyer Academy e autor do blog Savvy Traveler, a expressão “programas de fidelidade” lembra imediatamente milhas aéreas. É verdade que as companhias aéreas são os maiores fornecedores da moeda fidelidade, mas elas foram seguidas por hotéis, locadoras de veículos, bancos e outras categorias, que abraçaram a ideia de oferecer recompensas em troca da preferência do cliente. Foram as companhias aéreas também que primeiro perceberam o poder dessas ferramentas para o cross-selling. E transformaram seus programas em autênticas plataformas de marketing dirigidas aos viajantes frequentes. Mas será que bancos e hotéis podem fazer o mesmo? Segundo Liile, esta parece ser a tendência atual, pois leva em conta que os consumidores apreciam opções e flexibilidade. Para serem bem sucedidos nessa estratégia, Lile oferece algumas sugestões, como fazer parcerias com outros programas de fidelidade e olhar para além do horizonte de sua categoria. Fonte: Colloquy

Redes de TV usam dados para recuperar o atraso face às mídias digitais

NBCUniversal, Turner Broadcasting, CBS e outras grandes redes de televisão estão iniciando uma rodada de apresentações que têm o objetivo de fazer frente aos seus rivais online, oferecendo aos anunciantes as tecnologias de segmentação e as ferramentas analíticas que foram fundamentais para o crescimento das propriedades digitais. “Os profissionais de marketing já não precisam escolher entre as oportunidades orientadas por dados que o digital lhes dá, ou o poder e a escala de vídeo premium que a NBCUniversal lhes garante”, disse Linda Yaccarino, diretora de vendas de anúncios da NBCUniversal. Fonte: Nasdaq

Pesquisa: jogos no celular lideram atividades mobile no Brasil

Segundo um estudo realizado em janeiro de 2015 pelas empresas Blend New Research e Sioux com usuários brasileiros de smartphones com idades entre 14 e 84, a plataforma mais popular de jogos foi o smartphone, com 82,8%. Isso é mais de 26 pontos percentuais do que o registrado em consoles e mais de 11 pontos do que em PCs. A mesma pesquisa mostrou que jogar é a atividade mais comum no smartphone – mais do que entrar nas redes sociais, baixar aplicativos, assistir vídeos ou ouvir música. Na mesma direção, os jogos foram de longe a categoria de apps mais baixados, com mais de 20 pontos de vantagens sobre aplicativos de entretenimento e 32 pontos à frente de aplicativos de comunicação e de fotos. Embora quase dois terços dos entrevistados tenham dito que estavam abertos para receber anúncios em troca de jogos gratuitos, aproximadamente o mesmo percentual disse achar que anúncios interrompem os jogos que eles estavam jogando. Desde 2013, os entrevistados tinham se tornado um pouco mais propensos a queixar-se de interrupções para mas eles foram mais de 10 pontos a menos propensos a aceitar anúncios em downloads de jogos gratuitos. Uma curiosidade é que os jogos estão apelando de forma quase igual para homens e mulheres: entre 2013 e 2014, a dianteira dos homens caiu de 60% para 52,9?%. Fonte: eMarketer

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