Vizinhança com benefícios: a nova onda de programas locais. E outras questões

17/04/2015

Como dizia Dorothy, do Mágico de Oz, não há melhor lugar do que a nossa casa

Uma nova onda de programas de fidelidade está nascendo para recompensar os clientes e moradores em diversas ações que promovem as cidades onde moram. E eles estão ficando cada vez mais populares não apenas entre os residentes, mas com todas as partes envolvidas, desde as câmaras de comércio aos grupos cívicos e os proprietários de pequenas empresas. Inclusive porque estão cada vez mais criativos tanto em relação às formas como os participantes podem ganhar pontos – através de compras, com certeza, mas também através de gincanas, aulas de fitness e competições culinárias – como às formas como podem trocar esses pontos. Na verdade, alguns proprietários de imóveis em Nova Jersey podem até mesmo diminuir o valor dos seus impostos através da participação em um programa de fidelidade. No início de abril, a localidade de Middle Township em Cape May County lançou um programa de recompensas para as lojas locais que ajuda os moradores e ao mesmo tempo gera vendas maiores e mais tráfego para elas.  Fonte: Colloquy

Computação vestível: pulseira para acompanhar forma física agora inclui pagamento móvel

Quem disse que os pagamentos móveis precisam sempre envolver um telefone? A Jawbone e o American Express fizeram uma parceria para incorporar esse recurso à Jawbone UP4, nova pulseira para rastreamento de fitness. Com o dispositivo, que estará disponível no mercado americano em meados deste ano por US$ 200, o titular do American Express será capaz de fazer compras em qualquer lugar que aceite pagamentos sem contato, mesmo que não esteja com o seu telefone. Os pagamentos são realizados por meio de NFC, a mesma tecnologia utilizada em vários smartphones e no Apple Watch para lidar com transações. Quando você quiser comprar algo em um dos varejistas que aceitam o sistema, basta tocar a pulseira na caixa registradora. Por enquanto os pagamentos estão restritos aos portadores de cartões American Express. Fonte: GizMag

Por que o Facebook pode se tornar a maior empresa da Internet das Coisas

Apesar dos seus poucos anos de existência, o Facebook já atingiu um status de verdadeiro culto. De adolescentes e profissionais a idosos, todo mundo tem uma conta na mais poderosa plataforma de mídias sociais do mundo. Para muitos usuários da Internet, a sua experiência de conexão começa e termina no Facebook. De acordo com as estatísticas oficiais, há 1,39 bilhões de usuários ativos em média todo mês. Mas o Facebook não está apenas focado em continuar sendo a maior rede social. Zuckerberg e sua equipe estão de olho em uma fatia maior do bolo da Internet. De mensagens instantâneas a publicidade e pagamentos móveis e realidade virtual e armazenamento de fotos, a empresa quer ser sinônimo de um mundo conectado. Uma das suas iniciativas é Internet.org, um projeto ambicioso do Facebook, que visa tornar a Internet disponível para todas as pessoas na Terra. Em junho, Mark estará no Brasil para discutir a sua implantação no Brasil. Mas ele também está de olho nos dispositivos móveis, que considera a principal janela para o mundo conectado. Com razão: de acordo com a Cisco Visual Networking Index (VNI), o tráfego global de dados móveis cresceu 69 por cento em 2014, gerando cerca de 2,5 exabytes de dados por mês. A maioria dos usuários de smartphones preferem aplicações móveis sobre o browser. Os desenvolvedores estão construindo e publicando milhões de aplicativos móveis na Apple App Store e no Google Play. Percebendo essa oportunidade, o Facebook adquiriu a Parse em 2013 por US$ 85 milhões. A  Parse permite aos desenvolvedores criar aplicativos poderosos sem ter que lidar com a infraestrutura de servidores e de armazenamento. Para o Facebook, porém, a startup era mais do que isso: sem um sistema operacional móvel para captar adequadamente o mercado consumidor, o Facebook não podia construir sua loja de aplicativos móveis. A Parse vai funcionar como uma ponte entre o Facebook e os desenvolvedores, pois permite que os desenvolvedores se familiarizem rapidamente com o desenvolvimento de aplicações. Na recente conferência F8, a Parse anunciou um conjunto de microcontroladores e placas de desenvolvimento que vai tornar incrivelmente fácil desenvolver aplicações para a Internet das Coisas, pois oferece grande simplicidade, interface intuitiva e APIs para desenvolvedores de aplicativos conectados de última geração. Fonte: Forbes (http://www.forbes.com/sites/janakirammsv/2015/04/14/why-facebook-might-emerge-as-the-biggest-internet-of-things-company/)

Quer conversar em millennialês? Então, use email, afirma estudo

Quer um exemplo de uma “verdade” de marketing muito difundida e completamente equivocada? Ei-la: “Você quer que a geração Millennials envolva-se com sua marca? Então, aplique toda a sua verba em mídias sociais e mobile. É aí onde está a ação.” É verdade que os Millennials gostam de se envolver com as marcas nas mídias sociais, mas um estudo do Principal Financial Group descobriu que, além disso, eles também preferem que as conversações 1-a-1 sejam realizadas através de emails. O email também alcançou uma alta taxa de aceitação como um canal para pesquisa de produtos nessa faixa etária, vindo logo atrás de buscas. Fonte: Marketing Land

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