A emojificação das marcas: o que significa isso? E outras questões

16/04/2015

Uma imagem vale mil palavras? Principalmente quando estamos falando de rostos sorridentes ou irritados

Emoji é uma palavra japonesa que significa pictograma. São aqueles símbolos usados cada vez mais em mensagens. Começaram com “smileys”, mas hoje você encontra de todo tipo. Inclusive entre marcas sérias. Um número crescente dessas marcas – Bud Light, GE e Oreo, por exemplo – está usando emojis para se comunicar com seu público, refletindo uma tendência mais ampla de comunicação visual por parte do consumidor. “Há tanto significado que pode ser comunicado com um único emoji… estamos usando emojis para compartilhar a mensagem de que vemos o mundo com abertura e curiosidade”, disse Janda Lukin, diretor sênior da Oreo América do Norte. Fonte: Digiday

Apple e IBM fazem parceria em plataforma de análise de dados de saúde

Nesta segunda-feira, 13/4, a IBM anunciou o lançamento da Watson Health Cloud, uma plataforma baseada na nuvem que permitirá aos pesquisadores na área de saúde não apenas armazenar e compartilhar dados dos pacientes como acessar os vastos recursos de mineração e análise de dados da IBM. Essa nova plataforma aproveita o mesmo poder de computação cognitiva que fez o supercomputador Watson vencer os dois melhores jogadores do “Jeopardy”, game show da TV americana, e baseia-se nas vastas quantidades de dados da saúde dos consumidores que podem ser coletados usando o ResearchKit e o HealthKit, frameworks da Apple que ajudam os desenvolvedores a criar aplicativos que pode coletar e compartilhar informações médicas sobre seus usuários, inclusive usando o Apple Watch. Fonte: CNET

3 perguntas que você deve fazer a todo candidato a emprego

Segundo Kevin Lust, diretor do Centro de Desenvolvimento de Pequenas Empresas em Springfield, Illinois,há três perguntas essenciais para fazermos a um candidato a emprego, seja qual for a área na qual ele está interessado. A primeira é óbvia – por que devemos contratá-lo? – mas o segredo está no follow-up.  Uma frase começando com “Fale-me mais…” pode fazer a diferença, disse Lust. Por exemplo: “Fale-me mais sobre isso.  Dê-me alguns exemplos específicos.” A segunda pergunta é “como você treinaria alguém para fazer este trabalho?”. É uma maneira simples e direta de testar seus conhecimentos técnicos, comentou Lust. A terceira pergunta é “que tarefa/projeto/produto você completou em seu último trabalho?”. Nesse caso, “em vez de uma descrição enfadonha de tarefas”,  explicou Lust, “você pode conseguir identificar alguém que demonstra a propriedade em um assunto, entende o resultado final de seu trabalho e fala com a noção de uma missão maior.” Fonte: Entrepreneur

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