ABEMD promove debate sobre o APL de Proteção de Dados Pessoais. E mais

06/04/2015

Nascar Brand loyalty

Fidelidade às marcas patrocinadoras das categorias da NASCAR é mais de 20% maior do que entre fãs de outros esportes. Confira abaixo

A ABEMD promove na próxima segunda-feira, dia 13 de abril, um debate sobre o APL de Proteção de Dados Pessoais, do Ministério da Justiça, que está em consulta pública. Antes do debate, será feita a apresentação da versão de 02 de abril dos comentários ao Anteprojeto de Lei de Proteção de Dados Pessoais que a ABEMD vai registrar junto ao Ministério da Justiça. A apresentação será feita pelo consultor da ABEMD, dr. Vitor Morais de Andrade, com moderação do presidente da ABEMD, Efraim Kapulski. O evento acontece na rua Tenerife, 31 -15º andar (auditório), na Vila Olímpia, em São Paulo. As vagas são limitadas. Confirme sua participação pelo telefone 11 3129-3001 ou envie e-mail para elaine@abemd.org.br.

NASCAR está ganhando a corrida pela fidelidade dos fãs

A SponsorLink acaba de publicar um estudo realizado pela Repucom, um importante instituto de pesquisas especializado em esportes e entretenimento, que descobriu que os fãs da NASCAR mantêm a maior fidelidade dos clientes para as marcas que patrocinam seus carros de corrida e pilotos favoritos. Os resultados surgiram depois que a Repucom analisou uma amostra abrangente de fãs americano de todas as categorias esportivas. A empresa de pesquisa descobriu que a fidelidade à marca entre os fãs da NASCAR é quase 20% maior do que entre os fãs de outros esportes. Em média, sete em cada dez fãs de corridas disseram que dão preferência às marcas que patrocinam o esporte. A informação acrescenta ainda mais valor aos patrocínios que já eram considerados extremamente efetivos. A Repucom também calculou que os patrocinadores ganham uma exposição de mídia valor no valor de aproximadamente US$ 1,3 bi por aparecerem nos três principais campeonatos de corrida da NASCAR. Fonte: Loyalty360

Pesquisa: os homens compram online mais do que as mulheres

A Bronto Software publicou na semana passada uma nova edição do seu estudo “Consumers Tell All” que ouviu cerca de 1.000 pessoas que visitam sites de varejo pelo menos uma vez por semana. A edição de 2015 trouxe uma novidade espantosa: quase um terço dos homens (30%) agora compra em sites de varejo eletrônico semanalmente, em comparação com apenas 18% das mulheres. No ano passado, as proporções eram praticamente idênticas; agora, aparece uma diferença de de 12%. O que esta acontecendo, perguntaram-se os pesquisadores. “Foi realmente chocante para mim”, disse Jim Davidson, head de pesquisas da Bronto. “E estamos vendo a mesma tendência no Canadá”, acrescentou. Uma explicação talvez seja o fato de ser uma pesquisa com os compradores, sem análise de transações, e aparentemente há uma diferença de percepçãoentre os sexos sobre o que é fazer compras. Visitar uma página do Pinterest pode não se enquadrar na categoria de compras para as mulheres, postula Davidson, embora para alguns machos isso seja uma forma menos intimidante de iniciar o processo de compras. “Algumas daquelas complexidades que afastavam você agora foram atenuadas por conexões de Internet de alta velocidade”, diz Davidson. “Você pode aprender sobre tamanho, cores, frete grátis. Há menos uma barreira à entrada.” Ou pode ser que uma melhor utilização das tecnologias como mobile landing pages e beacons (dispositivos de localização, por lojas físicas trouxeram mais mulheres compradoras de volta para as lojas. Isso poderia estar por trás do aumento de oito pontos (34-42%) em mulheres que disseram que compram online menos de uma vez por mês na nova pesquisa do Bronto. Segundo Davidson, não há muitas certezas, a não ser em relação a uma coisa: “Isso deve provocar os varejistas online a analisar o comportamento dos consumidores fora das normas estabelecidas até agora. Estamos definitivamente vendo uma alta taxa de mudança no comportamento do consumidor.” Fonte: Direct Marketing News

Estudo: as 7 características das empresas que estão vencendo no mercado

O McKinsey Group conduziu recentemente um estudo de benchmarking detalhado envolvendo 15.000 executivos de mais de 140 empresas globais líderes em B2B e B2B2C. Os resultados, segundo a consultoria, foram claros: o crescimento da receita de empresas com capacidades mais avançadas de marketing e vendas tendem a ser 30% superiores ao das empresa média no seu setor. Foram identificados sete traços característicos nas empresas vencedoras. Elas visualizam marketing e vendas como investimentos e não despesas. Elas conseguem saber o que precisa ser corrigido. Focam os investimentos nas áreas que mais importam. Não tentam fazer demais. Adaptam a abordagem ao estágio de desenvolvimento da empresa. Pensam nas capacidades institutionais e não apenas nas habilidades individuais. E dispõem de um modelo operacional pronto para manter tudo em execução. Fonte: The Economist/Lean Back

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