Catálogos impressos – com um novo look – estão fazendo uma volta triunfal! E mais

27/01/2015

Quem diria que, nesta era digital, quando encher um carrinho de compras requer pouco mais do que clicar em uma tela, catálogos impressos continuariam disputando um lugar na mesa de café? Além da J.C.Penney, que anunciou na semana passada a volta de seu famoso catálogo, outras lojas estão contando com a boa e velha mala direta para garantir o aumento constante de suas receitas. Anthropologie, American Girl, Pottery Barn e Patagônia estão fazendo incursões em operações de catálogo. Com algumas diferenças em relação aos antigos: design inovador, fotos agressivas e storytelling. Esse ressurgimento pode ser explicado por uma melhor compreensão do poder do catálogo para impulsionar as vendas, afirma Bruce Cohen, especialista em varejo da Kurt Salmon. Ele usou a Lands ‘End como um exemplo. Em 2000, o varejista reduziu o número de catálogos que enviava aos consumidores e experimentou uma queda de US$ 100 milhões em vendas, como resultado, de acordo com pesquisa realizada pela Kurt Salmon. Outra pesquisa, da própria Lands’End descobriu que 75% dos clientes que estavam fazendo compras no site tinham visto o catálogo primeiro. Fonte: The New York Times

Aplicativos de mensagens instantâneas: verdadeiros portais de conteúdo móvel

O pessoal do BuzzFeed descobriu uma foto antiga em que Dwayne Johnson, The Rock, colocou um fundo nela e postou no Instagram. Foi tudo o que precisou para que a imagem recebesse 390 mil likes, milhares de compartilhamento (inclusive do próprio ator) e virasse o principal tópico do Reddit. Como outros editores, eles simplesmente se aproveitaram da descoberta de que, muitas vezes, basta postar uma imagem bem interessante em um aplicativo de mensagens para ela tornar-se viral. A explicação é simples: esses aplicativos são onde os usuários móveis estão passando a maior parte do seu tempo. Olhando para o futuro, os analistas veem os aplicativos de mensagens assumindo um papel muito mais proeminente como portais online, tornando-os ainda mais valiosos para as empresas. Fonte: The New York Times

Anunciantes que estão usando mobile marketing precisam ser mais drásticos?

Ao longo dos últimos anos, “mobile-first” tornou-se um mantra entre os profissionais de marketing digital. Mas, segundo Brian Solis do Altimeter Group, essa abordagem parece ser mais uma coisa da boca para fora do que um padrão verdadeiro de atuação, pois não aparece quando se trata de orçamentos ou em estruturas de programas. Uma pesquisa recente mostrou que as empresas ainda investem em mobile como uma coisa adicional ou uma extensão de programas digitais mais tradicionais. Por alguma razão, os executivos ainda precisam ser mais convincentes para conseguir apoio para suas iniciativas de mobile marketing que se ocorram durante toda a jornada do cliente, e não apenas em partes dela. “Para serem bem sucedidas, marcas e agências devem pensar além de campanhas móveis e começar a pensar em ‘mobile-only’ como uma base completa para a próxima geração da jornada do cliente”, escreve Solis. Fonte: Advertising Age

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