A semana que passou: Palio desbanca o Gol, Apple teria mentido, e mais

04/01/2015

Palio Fire Way, da FiatApós 27 anos na liderança, Gol é desbancado pelo Palio. A disputa pela liderança nas vendas em 2014 foi acirrada, mas o compacto da Fiat levou a melhor e tirou do modelo fabricado pela Volkswagen o título de carro mais vendido do País mantido nos últimos 27 anos. No ano que terminou, o Palio teve 183.748 unidades vendidas, enquanto o concorrente teve 183.367 unidades.

Quem também está ameaçado de cair do pedestal é a Apple. A empresa é alvo de uma queixa de usuários que a acusam de propaganda enganosa sobre a capacidade de armazenamento de alguns de seus smartphones, tablets e tocadores de mp3. A empresa garante uma capacidade de 16 Gb em alguns de seus modelos mais baratos, mas cerca de um quinto dela é usada pela versão mais recente de seu sistema operacional (iOS 8), o que faz com que o espaço realmente disponível seja muito menor, segundo a queixa apresentada esta semana por dois usuários da Flórida a um tribunal da Califórnia. Quando o aparelho atinge o limite de armazenamento, a Apple incentiva o usuário a pagar para obter mais espaço em sua nuvem, o serviço on-line iCloud, destaca o processo.

O Banco do Brasil recebeu autorização do Banco Central para concluir joint-venture com a Cielo. A autorização veio no mesmo dia em que saiu a aprovação do CADE. O acordo, anunciado em novembro, é para gerir negócios de cartões do banco. A Cielo disse que aportaria 8,1 bilhões de reais para ficar com 70% do negócio.

A Xiaomi levantou US$ 1,1 bi em fundos e confirmou interesse no Brasil. Caso você não saiba, a Xiaomi é uma fabricante chinesa de smartphones que atingiu no ano passado a terceira posição em vendas desses aparelhos, atrás apenas de Samsung e Apple, e à frente de Lenovo e LG. Não apenas isso: em 29 de dezembro, a Xiaomi anunciou que havia conseguido 1,1 bilhão de dólares em investimentos, o que faz dela a mais valiosa startup de tecnologia do mundo, com um valor estimado de 46 bilhões de dólares.

E a empresa não pretende parar por aí. O CEO Lei Jun publicou um post na rede social chinesa Weibo, dirigida aos seus mais de 5.000 funcionários, no qual conta que a empresa vendeu 61,12 milhões de telefones em 2014, mais de três vezes o volume vendido em 2013 (18,7 milhões) e quase dez vezes mais do que vendeu em 2012 (7,2 milhões). Lei Jun já havia adiantado que a Xiaomi pretende vender 100 milhões de aparelhos em 2015 e que, para isso, terá que expandir suas operações para outros países. México, Turquia, Rússia e Brasil são as apostas, sendo que em nosso país, pelo menos, os planos estão adiantados: a empresa abriu um escritório no Brasil em agosto de 2014 e, no final do ano, conseguiu homologar, junto à Anatel, o modelo Redmi Note 4G.

Esse celular, que é vendido na China por 999 yuans (cerca de R$ 370 sem impostos), tem tela IPS de 5,5 polegadas com resolução de 1280×720 pixels, 8GB de armazenamento, 2GB de RAM e processador Snapdragon com quatro núcleos e clock de 1,6 GHz. Com bateria não removível, ele possui Wi-Fi 802.11 e Bluetooh 4.0 LE, os mesmos dos novos iPhones. A câmera principal tem 13 megapixels, com abertura da lente um pouco limitada – f/2.2. A vantagem está na câmera frontal, com 5 MP, que é um atrativo para quem gosta de tirar selfies.

Fontes: Exame, Feedspot, TechCrunch, Olhar Digital

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