Publicidade nativa em dispositivos móveis cresce porque não é invasiva, dizem anunciantes

08/12/2014

Em setembro de 2014, a Socintel360 estimou que os gastos com publicidade nativa nos EUA cresceriam 46,7% em 2014, atingindo US$ 3,2 bi. O crescimento de dois dígitos deve continuar até 2018, quando atingirá US$ 8,8 bi. Os profissionais de marketing têm enfatizado o valor da publicidade nativa em um mundo cada vez mais móvel, com as telas pequenas e conteúdo consumido através de feeds. Em outubro, uma pesquisa realizada por Rubicon Project e InMobi descobriu que a maioria dos compradores de anúncios digitais estavam embarcando nesse trem: 57% dos compradores de anúncios digitais em todo o mundo disseram estar planejando ou executando campanhas de publicidade nativas móveis. E 55,2% disseram que, nesses dispositivos, anúncios misturados com conteúdo editorial funcionavam de forma  não invasiva. Fonte: eMarketer

Barnes&Noble compra a parte da Microsoft na fabricação do e-reader Nook

Em 2012, a Microsoft investiu 300 milhões de dólares no Nook, o e-reader da Barnes&Noble, com o objetivo de ganhar uma posição no mercado de rápido crescimento de e-books. Aparentemente, não funcionou, pois o aparelho não conseguiu acompanhar o sucesso do Kindle, da Amazon, e do iPad. Na quinta, 4/12, a parceria foi encerrada, com a B&N adquirindo a fatia que a Microsoft detinha (16,8%), por um valor estimado em 125 milhões de dólares, envolvendo dinheiro e ações. No ano que vem, a Barnes&Nobles fará um spin-off da sua gama de e-readers e conteúdo digital, voltando a focar em sua principal atividade.  Fonte: TheWallStreetJournal

O futuro dos smartwatches é saudável, afirma especialista

Smartwatches estiveram na crista da onda em 2014. A Samsung começou o ciclo em fevereiro, anunciando vários desses dispositivos que executam o sistema operacional Tizen, no Mobile World Congress, em Barcelona. O Google acelerou o processo em março, com o anúncio dos primeiros designs do Android Wear, e depois, em junho, quando entregou os primeiros produtos, junto com Samsung e LG. A Motorola veio a seguir, com o Moto 360, e a Apple fez, em setembro, aquilo que faz melhor: deixou todo mundo em suspense com o anúncio do Apple Watch, que não tem data de lançamento definida, apenas a previsão dos analistas de que vai vender 24 milhões de unidades em 2015. Se o presente é brilhante, o futuro é uma incógnita, afirma Dan Rowinski, editor-in-chief do Application Resource Center. É provável, diz ele, que haja uma fusão entre relógios inteligentes e fitness trackers e que o Apple Watch já seria uma tentativa rudimentar dessa combinação. Samsung e outros fabricantes estão desenvolvendo tecnologias para revolucionar a forma como relógios incorporarão sensores de saúde e boa forma. Fonte: Applause

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