Apple Pay torna pagamentos móveis mais atraentes para pequenos negócios. E mais

24/11/2014

Viktor Marohnic é CEO e co-fundador da ShoutEm, uma plataforma de criação de aplicativos móveis. Ele escreveu em artigo para o site TechCrunch que o lançamento do Apple Pay, em 20 de outubro, marcou o início de uma era na qual ficou mais fácil para os consumidores pagarem suas compras. Mas até agora isso beneficiava apenas as grandes marcas, como Whole Food, Macy’s e McDonalds. Com a abertura da API para desenvolvedores de terceiros, essa facilidade pode também ser usada pelas pequenas e médias empresas. Até hoje, diz ele, a maioria dos aplicativos que as PMEs oferecem aos seus clientes enfrenta uma série de obstáculos para atingir seu público-alvo. Eles são difíceis de ser encontrados, não há nenhuma razão para usá-los dentro das lojas e pagar com eles demanda um processo complicado. Com o Apple Pay, o maior obstáculo – fazer com que o cliente digite suas informações do cartão no app – desapareceu e o processo de integração ficou muito mais fácil. Isso é encorajador para as pequenas empresas – mas não é tudo o que a Apple fez para ajudá-los. Os serviços de localização do iOS permitem que os aplicativos sejam promovidos na tela inicial do cliente assim que ele entrar pela loja e o iBeacon pode ligar  um aplicativo quando o cliente entra na loja. O cliente será lembrado de abrir um aplicativo para consultar as ofertas ou trocar os seus pontos de fidelidade por prêmios. Ao chegar ao caixa, o aplicativo ajudará o cliente a pagar suas contas usando o Apple Pay e creditar os seus pontos de fidelidade. O aplicativo vai permitir que a loja monte um banco inteligente de conhecimento do cliente, orientando-o inclusive em relação às melhores oportunidades. A prioridade para os pequenos varejistas é manter clientes voltando. Com um aplicativo integrado aos sistemas de POS e CRM, Apple Pay e tecnologia iBeacon, esses varejistas poderão atender de maneira diferenciada os clientes que usam seus telefones com mais frequência, quando eles estiverem na loja. Isso se traduz em clientes mais envolvidos. Nos próximos dois anos, afirma Marohnic, vamos ver muitos aplicativos para pequenas lojas que oferecerão ao usuário uma experiência incrível. Para aquelas lojas que os clientes estão visitando em uma base regular, um aplicativo será a principal maneira de comprar, colecionar pontos de fidelidade e receber promoções inteligentes. Fonte: TechCrunch

Novo programa do Facebook mostra para anunciantes o que os usuários realmente pensam

O Facebook está oferecendo a um grupo de  marcas acesso exclusivo às informações recolhidas de seus 1,3 bilhão de usuários, permitindo assim que grandes anunciantes descubram o que os consumidores realmente pensam com base em comentários e outras atividades sociais. As marcas e suas equipes de marketing poderão mergulhar fundo no Facebook e em sua capacidade sem precedentes de avaliar o sentimento do público graças ao programa de marketing chamado Grapevine, de acordo com fontes. Que marcas serão convidadas para o programa depende do investimento de cada uma na rede, disse uma fonte da indústria. “Os anunciantes que passarem da casa dos milhões de dólares para campanhas ou de meio milhão de dólares para um anúncio terão acesso”, disse essa pessoa. O nome Grapevine refere-se à expressão “I’ve heard through the grapevine”, que pode ser traduzida livremente por “dizem por aí” e parece um nome apropriado porque as marcas poderão ouvir os usuários anonimamente. O programa também é outra indicação de que os anunciantes do Facebook irão tão longe quanto o seu dinheiro puder levá-los, e seus gastos determinam não apenas o número de usuários que eles atingirão, mas também a compreensão desses usuários. Fonte: Adweek

Google adquire Form – o preço era de 80 dólares, agora é grátis

A RelativeWave, empresa que criou o Form, editor visual para Mac que ajuda designers/desenvolvedores a fazer protótipos visuais funcionais de aplicativos sem a necessidade de escrever códigos, foi adquirida pelo Google. O Form não é uma ferramenta que fabrica apps. Ele produz protótipos em estado bruto, ou seja, algo que o usuário pode usar para saber se sua ideia ou projeto tem realmente potencial. Para esclarecer, Greg Kumparak, do TechCrunch, fez a seguinte analogia: “se um rabisco em um guardanapo é um 1 e a codificação real do aplicativo é um 10, a construção de um protótipo com Form é algo em torno de um 6”. São dois aplicativos, na verdade: um que funciona em OS X, e um que funciona em dispositivos iOS. O usuário projeta seu protótipo no editor visual do aplicativo para OS X, e essas alterações são refletidas instantaneamente no “pseudo-app” em execução no dispositivo sem a necessidade de recompilar nada. No lançamento, o preço do Form era de US$ 150. Em setembro deste ano, caiu para 80 dólares. Após o anúncio da aquisição pelo Google, passou a ser grátis. O Form pode ser encontrado na Mac app store (https://itunes.apple.com/us/app/form/id906164672). A empresa informou também que vai reembolsar quem já comprou o aplicativo. Fonte: TechCrunch

As notas acima foram publicadas originalmente no Portal Abemd

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