Internet das coisas: em 2015, quase 5 bilhões de dispositivos conectados. E outras notícias

13/11/2014

O Gartner está prevendo que entre 2014 e 2015 haverá um salto de 30% no número de objetos conectados em uso, à medida que dispositivos com sensores conectados começam a proliferar em uma Internet das Coisas. Os analistas preveem que haverá 4,9 bilhões de coisas conectadas em uso em 2015, bem mais do que os 3,8 bilhões deste ano. O boom de dispositivos com sensores conectados irá acelerar em seu ritmo – o Gartner prevê que haverá cerca de 25 bilhões de dispositivos inteligentes em circulação em 2020. Fonte: TechCrunch

‘Black Friday’ vai durar 5 dias no Walmart

Para atender as necessidades dos consumidores acostumados com a comodidade de fazer compras online, o WalMart vai oferecer as ofertas do ‘Black Friday’ ao longo de cinco dias, com início na última semana de novembro. O varejista também planeja oferecer descontos ainda maiores para quem comprar online. “Começou apenas nas sextas, daí o nome de Black Friday, mas passou a incluir a quinta-feira, e agora é uma semana inteira de ofertas”, disse Duncan Mac Naughton, presidente do Walmart-EUA. “Talvez em breve, vamos fazer isso em novembro inteiro”. Fonte: WallStreetJournal

Câmera anti-vandalismo atende necessidade de lojistas

A Axis Communications, criadora da câmera IP, lançou uma câmera de 360 graus pronta para uso em áreas externas, com incidência direta de sol e chuva, e preparada para sofrer tentativas de depredação. Com qualidade de imagem full HD, o lançamento é indicado para monitorar a fachada de estabelecimentos comerciais de um lado ao outro da calçada contra pichações, destruição de vitrines e tentativas de invasões. Continue lendo em Zona de Desconforto

Spotify afirma lutar contra pirataria e já ter pago US$ 2 bi a artistas e indústria

O portal de música em streaming Spotify fez uma apaixonada defesa de seu modelo de negócios na segunda-feira, 10/11, dizendo que combate a pirataria e que já pagou US$ 2 bilhões para a indústria e artistas desde o seu lançamento em 2008. A declaração foi feita em um post no blog de CEO Daniel Ek uma semana depois da cantora norte-americana Taylor Swift retirar todo o seu catálogo do portal ao mesmo tempo em que lançava seu novo álbum “1989”, que imediatamente subiu para o topo das paradas. A gravadora de Swift, Big Machine, recusou-se a dizer por que pediu para que os discos fossem removidos do serviço gratuito do Spotify, que também oferece um serviço de assinatura para os usuários que querem eliminar a publicidade. Mas, em um artigo para o Wall Street Journal, em julho, Swift escreveu que música era valiosa e “é minha opinião que não deve ser grátis”. No post, Ek afirma concordar com Swift, mas discorda da decisão, pois a alternativa é a pirataria que, segundo ele, gera “nada, zero, zero” de receita para os artistas. A forma de combater isso, na visão da Spotify, é oferecer uma combinação de escuta gratuita com serviço de assinatura que compense a indústria da música. A sua base de assinantes cresceu para 12,5 milhões, acima dos 10 milhões registrados em maio. Com uma receita que vem em grande parte da publicidade e assinaturas, a Spotify pagou US$ 1 bilhão para a indústria fonográfica e os artistas entre 2008 e o ano passado, e mais US $ 1 bilhão desde então, disse Ek. Fonte: Reuters

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