Dia dos Solteiros? Não só existe como vende mais do que no Cyber Monday. E mais

12/11/2014

O Dia dos Solteiros é celebrado na China todo dia 11/11. A data foi escolhida pela conexão entre “solteiro” e “1”. Apesar de popular entre os jovens, ela não é realmente uma data tradicional: foi criada na década de noventa do século passado pelos estudantes da Universidade de Nanjing. Alguns anos atrás, Alibaba, o gigante do varejo, resolveu fazer da data um tipo de “Cyber Monday”, a segunda-feira posterior ao Dia de Ação de Graças nos EUA. E deu certo: este ano as vendas da terça atingiram o total de 57,1 bilhões de yuans (R$ 23,91 bi!), referente a 278 milhões de pedidos – 43% deles realizados via dispositivos móveis. Fonte: BBC News Business

Alcance orgânico no Facebook ainda funciona – é uma questão de saber usar

As muitas mudanças que o Facebook realizou nos últimos anos fez com que diminuíssem muito o alcance do que é publicado na rede. Ainda não está claro o efeito geral, mas o fato é que as marcas têm sido obrigadas a pagar ao Facebook para obter o tipo de alcance que antes obtinham de graça. No entanto, uma nova pesquisa sugere que a morte do alcance orgânico foi largamente exagerada. Ele ainda pode desempenhar um papel importante na forma como as marcas e agências usam a plataforma. Uma análise da Socialbakers mostra que os posts que apresentam melhor desempenho são aqueles que ganham tração orgânica inicialmente e depois são impulsionados com investimentos de mídia. Fonte: Digiday

Como Hilton, QVC e Caesars usam dados para construir fidelidade

Em artigo publicado em 7/11, no site Knowledge@Wharton, executivos de Hilton, QVC e Caesars Entertainment descreveram as abordagens que utilizam para fidelizarem seus clientes usando dados. Coletar dados não é tão difícil, afirmou Mark Weinstein, do Hilton Worldwide, como descobrir o que fazer com ele. “Se eu conheço alguém que tem uma preferência ou está inclinado a fazer alguma coisa, eu preciso ter a capacidades de agir a partir disso”. Como exemplo, ele fala sobre a forma como costumavam segmentar os clientes. Havia os clientes “Hampton Inn”, os clientes “Waldorf Astoria”, e assim por diante. Mas eles perceberam que não era a segmentação correta. “Você tem que entender as necessidades de viagem”, disse ele. Porque “você pode ir a um casamento no Waldorf Astoria, a uma reunião de negócios em um Hilton e ser a mesma pessoa que vai se hospedar em um Hampton Inn”. Ele sugeriu que a forma ideal de usar dados não é tanto concluir o que os consumidores vão querer exatamente com base no seu perfil de dados, e sim  usar dados para personalizar e oferecer uma lista de opções. Na QVC, as análises de clientes são realizadas – e colocadas em ação – em tempo real. Durante a transmissão, um profissional está constantemente olhando para os dados relativos a chamadas telefônicas ou as vendas e sugerindo mudanças para impactar o comportamento. Joshua Kanter, do Caesar Entertainment, contou que a rede de cassinos foi além das análises, construindo vantagens estruturais para garantir a fidelidade dos clientes. Fonte: Knowledge@Wharton

As notas acima foram publicadas originalmente no Portal Abemd 

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