Moda boa: H&M reduz margens para ser competitiva. E mais

10/11/2014

A rede sueca de moda Hennes&Mauritz está tentando remodelar a indústria. “Queremos oferecer preços baixos e boa qualidade”, disse Karl-Johan Persson, 39, CEO e neto do fundador da empresa. A sabedoria convencional diz que é um ou outro. Mas a H&M está resolvida a fazer de uma maneira diferente. Em vez de aumentar os preços, ela está absorvendo os custos de utilização de algodão orgânico para alguns itens, pagando salários mais altos para alguns trabalhadores de vestuário em lugares como Bangladesh, e garantindo condições de trabalho seguras nas fábricas. Como resultado, os 13,34% de margem de lucro do ano passado devem cair para 13,29% neste ano e 13,26% em 2015. A aposta é de longo prazo. Fonte: BloombergBusinessweek

Adam Bain, do Twitter: “o que fazemos [com o Buy Now] é monetizar emoções”

O presidente de receita global do Twitter, Adam Bain, em entrevista transmitida durante o Web Summit Conference, em Dublin, Irlanda, prometeu novos produtos de publicidade e explicou como Twitter planeja ganhar dinheiro com o seu novo  botão “Buy Now”. O microblogging tem agora três linhas de receita: publicidade, que inclui tweets patrocinados e contas promovidas, big data, que é o licenciamento para terceiros, e comércio, que envolve basicamente o botão, em testes desde setembro. Bain descreveu a área de comércio da empresa como uma “pequena startup”, e disse que o Twitter ainda está tentando descobrir o modelo de negócio exato. “Nós estamos tentando provar para os varejistas e comerciantes que podemos mover produtos e operações… Estamos experimentando com diferentes produtos e preços e, mais importante, que emoções você precisa encontrar para gerar uma venda.” Fonte: MarketingLand

CMO da Unilever: mídia programática exige agilidade e respeito

A indústria da publicidade acabará por adotar a tecnologia programática para compra da mídia TV, mas as empresas devem manter-se flexíveis em relação ao planejamento e estarem prontas para mudanças rápidas, disse Keith Weed, diretor de marketing da Unilever, durante o Web Summitt, em Dublin, Irlanda. “Os livros de regras que escrevemos há três anos sobre a forma de comercializar marcas no Facebook são completamente irrelevantes hoje, e nem o Facebook, nem nós mesmos sabíamos como iria evoluir, e eu acho que esse é o respeito que precisamos ter com toda esta nova área de comercialização”, diz Weed. Fonte: The Drum

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