Como o “autoplay” tornou um sucesso o Desafio do Balde de Gelo, e mais

28/08/2014

Como o “autoplay” tornou um sucesso o Desafio do Balde de Gelo

Bill Gates e Mark Zuckerberg, entre outras celebridades que participaram do Ice Bucket Challenge

Você levou um balde de gelo pela cabeça? Derramou um balde de gelo na cabeça de alguém? Mesmo que não tenha participado diretamente, com certeza, você viu um ou vários vídeos que mostravam o Desafio, com grandes celebridades, pequenas celebridades, pessoas completamente desconhecidas. O fenômeno gerou mais de 70 milhões de dólares (até domingo, 24/8) para a ALS Association (mas está gerando doações para outras entidades de combate à esclerose lateral amiotrófica, ou Doença de Lou Gehrig, de outros países, inclusive no Brasil). Segundo Rebecca Greenfield, em artigo para o site Fast Company, muito do sucesso viral da campanha deve-se à decisão do Facebook de reproduzir automaticamente vídeos, o que fez com que os clipes compartilhados chamassem muito mais a atenção. “É por isso, aliás, que as empresas estão amando o recurso do autoplay: ele leva as pessoas a ver coisas que de outra forma passariam batidas”, escreve Greenfield. Fonte: FastCompany 

Diretores de marketing e tecnologia devem trabalhar juntos sobre os dados para garantir crescimento das empresas

Segundo um artigo publicado no newsletter da McKinsey&Company, os diretores de marketing e os diretores de tecnologia (na linguagem atual, CMOs e CIOs) das empresas têm a obrigação de trabalhar em conjunto para transformar as montanhas de dados ao seu dispor em instrumentos para o crescimento das receitas. Mas alertam que, para que essa parceria seja bem sucedida, cada executivo deve primeiro cuidar de preparar o terreno. Isso inclui delinear claramente como serão tomadas as decisões, a contratação com interesses interdepartamentais em mente e o agendamento de reuniões regulares para assegurar um processo transparente. O artigo foi escrito por Matt Ariker, COO do Consumer Marketing Analytics Center, que está baseado no escritório de San Francisco, Martin Harrysson, chefe do escritório do Silicon Valley Office e Jesko Perrey, diretor do escritório de Düsseldorf office. Fonte: McKinseyQuaterly

Fidelidade em franquias: o exemplo de três redes americanas

Ser um franqueado pode significar o melhor de dois mundos: ter um negócio próprio e desfrutar do apoio de uma marca estabelecida. Segundo The Wall Street Journal, nos EUA, o investimento inicial médio de um franqueado em 2013 foi 520 mil dólares e 44% relataram trabalhar mais de 50 horas por semana. Ou seja, há um monte de tempo e dinheiro em jogo e decidir se deve ou não lançar um programa de fidelidade pode ser um fator crítico para o sucesso do negócio. Quando se trata de programas de fidelidade para os franqueados, John Reynolds, o vice-presidente de desenvolvimento de negócios da International Franchise Association diz que só funciona quando os dois lados trabalham em conjunto. Ele afirma ter dados para provar isso. E exemplos, como nos casos dessas três grandes operadores de franquia: Papa John’s, Moe’s Southwest Grill e Wild Birds Unlimited.

Na Moe’s Southwest Grill, uma cadeia de fast-food com mais de 550 lojas, das quais 400 participam do seu programa de fidelidade, o custo da implementação tem sido o principal obstáculo para a expansão da estratégia. A saída, segundo Paul Macaluso, diretor de marketing da rede, é mostrar os resultados reais dos franqueados que aderiram. A Moe’s caminha na direção de um programa principalmente digital/mobile e pretende finalizar um cronograma de implantação mais detalhado até o final do ano, usando fortemente o argumento dos resultados comprovados. Isso também ocorre na Wild Birds Unlimited, cadeia que vende alimentos e suprimentos para aves em Ohio e Kentucky. Segundo Dan Sweigard, um dos primeiros franqueados  a participar do programa Daily Savings Club, os donos das franquias ficaram nervosos de início, por não estarem familiarizados com a estratégia. No entanto, contou ele, “uma vez que entram eles adoram o programa porque veem imediatamente que os participantes são fáceis de identificar e fáceis de convencer a se tornar um cliente regular da loja”.

Os resultados falam por si: os participantes gastam pelo menos 30% a mais por visita do que os não-participantes e fazem duas ou três vezes o número de visitas. No caso da rede Papa John’s, segundo Mike Hutmeier, franqueado com 10 restaurantes na área de Cincinnati, Ohio, quando o programa foi introduzido em 2010, a empresa ofereceu um monte de “ofertas loucas” para ajudar os membros a ganhar pontos, mas isso foi corrigido no ano passado. “Eu acho que agora”, disse ele, “nós conquistamos um bom número de pessoas que estão se tornando usuários da Papa John’s. Em última análise, neste jogo, é isso que você quer”. Para os franqueadores, os programas de fidelidade podem fornecer informações valiosas diretas do campo. “Os franqueados têm um senso inato de como seus clientes locais respondem a esses programas de fidelidade”, disse Reynolds da IFA. “Eles funcionam como bons focus groups para saber com antecedência se o programa vai funcionar ou não”.

Fonte: Colloquy

Notícias publicadas originalmente no Portal Abemd

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