Moradores de SP vão transformar lixo orgânico em adubo e outras notícias sustentáveis

21/06/2014

Esta ciclovia é feita com um líquido que absorve energia solar e, à noite, emite luz. Confira abaixo

Prefeitura de SP lança projeto para moradores transformarem lixo orgânico em adubo

O programa de compostagem doméstica foi lançado na última segunda-feira.

Prefeito Haddad, durante o lançamento do Programa

A prefeitura de São Paulo lançou um programa de compostagem doméstica na última segunda-feira (16). Os interessados em reaproveitar seus resíduos orgânicos deverão se inscrever para receber o kit com os materiais necessários.

Também chamado de minhocário, a composteira é formada por caixas plásticas onde minhocas transformam restos de alimentos em adubo. Podem ser colocados nesse sistema, por exemplo, frutas, legumes, verduras, grãos e sementes, cascas de ovos, borra e filtro de café, sachê de chá (sem etiqueta) e erva de chimarrão. Na fase inicial do projeto, duas mil famílias serão selecionadas. A ideia é que, por meio da implantação desse sistema nos lares paulistanos, seja reduzida a quantidade de resíduos enviados aos aterros da cidade, uma vez que eles podem causar problemas ambientais, como a formação de chorume tóxico, que pode infiltrar-se no solo e contaminar a água subterrânea. Não é necessário ter muito espaço em casa para realizar o processo de compostagem, entretanto é preciso ter um local abrigado do sol e da chuva. Pode ser também um local fechado, desde que haja ventilação. CicloVivo

Estocolmo planeja substituir carne por insetos na alimentação

Produzir insetos em larga escala e destinados à alimentação. Esta é a intenção do escritório de arquitetura Belatchew, na Suécia. O projeto prevê a construção de um laboratório gigante para a produção alternativa de proteína e proteção de insetos ameaçados. Em 2013 a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgou um relatório incentivando o uso de insetos como uma das bases da dieta alimentar humana. “Um terço da população mundial come insetos, e isso acontece porque eles são deliciosos e nutritivos”, declarou Eva Ursula Müller, diretora do Departamento de Política Econômica Florestal da FAO, na ocasião. O plano sueco reflete uma preocupação global com a escassez de alimentos nos próximos anos. Com a população global estimada em nove bilhões em 2050, é necessário pensar em alternativas para aliviarem o estresse depositado sobre o meio ambiente. Atualmente a carne é a principal e mais tradicional fonte de proteínas. No entanto, a pecuária é uma atividade que exerce enorme impacto ambiental e, com o aumento da demanda populacional, pode ser incapaz de suprir toda a necessidade mundial. Sendo assim, os insetos surgem como fonte nutritiva e barata. Estima-se que existam 1.900 espécies comestíveis de insetos, cuja produção pode ser até nove vezes mais eficiente que a da carne. Apelidado de BuzzBuilding, o projeto europeu pretende tornar a cidade de Estocolmo autossuficiente em proteína. Para isso o prédio contará com 10.350 metros quadrados de área destinada exclusivamente à produção de insetos. CicloVivo

“Starpath”: uma ciclovia que ilumina um parque através de energia solar

À primeira vista, “Starpath” parece ser uma intervenção urbana montada no parque Christ’s Pieces em Cambridge, Inglaterra. No entanto, trata-se da primeira ciclovia no mundo que beneficia, através dos materiais com os quais foi feita, não apenas ciclistas, mas pedestres, o meio ambiente e o município onde está instalada. O principal elemento que compõe a “Starpath” é um líquido aplicado em sua superfície que, durante o dia, absorve os raios UV e, à noite, emite luz. Um dos criadores desta ideia, Hamish Scott, do escritório Pro-Teq, explica que esta ciclovia funciona como se tivesse “uma mente própria”, pois muda a intensidade da luz dependendo dos níveis de luz natural disponíveis no entorno. Assim, o brilho mais intenso é emitido durante a noite, quando há menos luz natural. A ciclovia que foi construída em Cambridge cobre 150 m² do parque e funcionou como planejado, ajudando a diminuir os acidentes com ciclistas que, graças ao caminho iluminado, fazem um trajeto mais seguro. Os benefícios ao meio ambiente estão ligados à redução da contaminação lumínica produzida pelos numerosos pontos de iluminação pública, já que a intensidade gerada pela ciclovia é muito menor, interferindo menos nos ciclos de vida de animais e plantas noturnas. Mobilize.org

 

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