Mire na paixão, webrooming vs showrooming, reservas mobile avançam

14/05/2014

Você sabe a diferença entre webrooming e showrooming? Confira abaixo

O alvo precisa ser a paixão do consumidor, afirma CMO da Chevy

Ao construir uma estratégia de marketing, você deve apontar direto na paixão do seu consumidor-alvo, afirmou Tim Mahoney, diretor de marketing da Chevrolet no 2014 Big Rethink, promovido por The Economist. Ele apontou para a paixão do motorista do Corvette por tecnologia como o impulso para a instalação de uma câmera GoPro no modelo 2015. “Meu conselho é tentar encontrar o cruzamento perfeito do que o seu produto representa e o centro da paixão do consumidor. Entenda esse centro da paixão do seu próprio cliente tão bem que tudo se encaixa”, disse Mahoney. Fonte: Entrepreneur

Quando a questão é realizar a compra, webrooming ainda ganha de showrooming, aponta estudo

Uma boa notícia para varejistas preocupados com showrooming, a tendência dos consumidores verem o preço nas lojas e comprarem online: segundo um novo relatório da Merchant Warehouse, a tendência inversa, webrooming, ainda é a predominante. O estudo fundiu informações de várias fontes de pesquisa e afirma que 69% das pessoas entre 18-36 anos fizeram webrooming, enquanto apenas 50% fizeram showrooming. Na faixa etária de 37-48 anos, encontrou 71% de webrooming contra 53% de showrooming. Em relação a valores, as informações vêm da Forrester Research, que estimou que o webrooming irá resultar em US$ 1,8 trilhão em vendas em 2017, contra US$ 1,2 trilhão em 2012. Em comparação, todas as vendas de ecommerce devem chegar a 370 bilhões de dólares em 2017. Fonte: Adweek

Preços melhores podem acelerar ainda mais a onda de reservas de viagens via mobile

Com as reservas online tornando-o o padrão, a indústria de viagens está se concentrando no próximo canal: mobile. A eMarketer estima que as reservas de viagens via mobile, incluindo compras de viagens tanto em tablets como em smartphones, devem aumentar 59,8% neste ano e atingir 26,14 bilhões de dólares. Além disso, espera-se que o número de pessoas que usam dispositivos móveis para reservar viagens nos EUA cresça 27,5% em 2014 e atinja 33,5 milhões de consumidores. No entanto, o estudo “TripBarometer 2014″, realizada pela Ipsos MORI para o site TripAdvisor, descobriu que mobile ainda tem um longo caminho a percorrer quando se trata de conquistar os viajantes, com apenas 4% dos viajantes pesquisados em todo o mundo dizendo que havia reservado a sua última viagem via dispositivo móvel, em comparação com 66 % que fizeram isso online. Os resultados sugerem que os preços mais baixos e ofertas especiais podem ser o combustível que falta para a captação  de reservas móveis, com os “caçadores de pechinchas” sendo mais susceptíveis a reservar através do mobile. Entre os viajantes de todo o mundo que haviam reservado a sua última viagem via dispositivo móvel, preço melhor foi a razão principal, citado por 28%. E, enquanto apenas 16% disseram ter usado um canal móvel para fazer acomodações para a sua última viagem por causa de ofertas especiais, este número é maior do que aqueles que disseram o mesmo e fizeram reservas offline ou online. Fonte: eMarketer

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