Groupon: casamentos com desconto. Buscas móveis e compras. E mais

10/04/2014

Groupon firma pé no negócio de pedir a mão

Se os gastos elevados associados a um casamento é o suficiente para mantê-lo solteiro, o Groupon pode ter a solução. Nesta segunda-feira, 7/4, o site de ofertas online lançou a Wedding Shop, que apresenta vestidos, smokings e mesmo anéis de noivado por uma fração do seu preço normal. Noivas em potencial podem economizar 65% em vestidos da Nicole Miller – o preço normal é US$ 1,430, na Wedding Shop, US$ 500. Noivos com pouco dinheiro podem economizar mais de

US$ 10.000 na compra de um anel de ouro com um diamante de 1 quilate da Aurora Diamond Collection – apenas US$ 1.000! Os hóspedes e as famílias dos noivos também podem economizar nos presentes – viagens de lua de mel para as Bahamas e para a Toscana também são oferecidas. O site online lançou o Wedding Shop após um teste em janeiro, quando recebeu feedback positivo dos clientes nas mídias sociais depois de oferecer cinco estilos diferentes de vestidos de noiva, disse Lisa Kennedy, vice-presidente e gerente geral da moda e do vestuário do Groupon. Fonte: CNBC

Desktop ainda domina, mas busca móvel remodela o caminho para a compra

As buscas em dispositivos móveis podem ser o futuro, mas as buscas em desktops continuam a ser importante para as empresas. Graças a uma vantagem considerável em métricas de conversão, os computadores de mesa continuarão a desempenhar um papel chave durante toda esta década, de acordo com um novo relatório da eMarketer chamado “Desktop Search 2014: Marketers Find a Balance with Mobile”. Pesquisas no Google via desktops ainda são favoritas entre as empresas por causa do profundo histórico de comportamento do consumidor, as melhores práticas existentes, o retorno mensurável sobre o investimento (ROI) e a ampla utilização. Mas com uma revolução mobile em curso, a área de trabalho começa a se posicionar como uma parte, mas não mais o centro da jornada do consumidor. A chave para o futuro das buscas no desktop está em identificar a intenção de compra pela mistura de sinais de outras plataformas em todo o processo de compra. Os profissionais de marketing agora visam interceptar os consumidores em vários momentos e em vários dispositivos – TV, computador, tablet, smartphone – e cada vez mais frequentemente são os dispositivos móveis que captam a atenção dos consumidores em primeiro lugar. Dados da comScore de setembro de 2013 mostram que a sobreposição entre móvel e desktop foi responsável por quase a metade dos visitantes únicos entre as 15 maiores propriedades da web nos Estados Unidos. Adaptar-se a um consumidor que já tenha visto algo no celular representa grandes mudanças na forma como as páginas de resultados de busca são projetadas. As empresas terão que investir em um mix de marketing que dê aos consumidores o que eles precisam no celular, identificando-os e fazendo a transição para o desktop, entregando os resultados da pesquisa e conteúdo em um formato consistente. Fonte: eMarketer

Edmunds.com resiste a abrir capital. Descubra por que

Na sexta-feira passada, 4/4, o site americano TrueCar, de informação, compra e venda de carros, publicou a documentação necessária para a abertura do seu capital. No mesmo dia, Avi Steinlauf, CEO do Edmunds.com, líder nesse setor, publicou um artigo na Inc., defendendo a decisão de sua empresa de manter o capital privado. Segundo ele, apesar do fato de abrir o capital ser frequentemente encarado com um marco de sucesso, não é necessariamente o passo certo para todas as empresas. Quando um negócio faz o seu IPO, escreveu Steinlauf, passa a ter que lidar com as expectativas dos investidores e pode ser que eles não compartilhem a visão de longo prazo dos fundadores. Continuar com capital privado, afirmou, permitiu ao Edmunds evitar demissões durante a Grande Recessão e manter-se fiel à sua estratégia. Fonte: Inc.

Millennials confiam mais em conteúdo gerado por usuários

User-generated content (UGC) é o termo utilizado para se referir às mídias criadas pelos usuários, incluindo atualização de status, posts e comentários sobre restaurantes. Ou seja, qualquer conteúdo que não seja produzido por um profissional e sem qualquer motivo aparente que não seja expressar opinião. Supostamente, esse seria o tipo de conteúdo com pouca credibilidade quando comparado ao de um especialista da área. Um estudo realizado pela Ipsos, porém, revelou que para os millennials – ou geração Y – o UGC é 20% mais influente quando se trata de compras e 35% mais memorável do que os outros tipos de mídia. Confira o infográfico que mostra quanto tempo os millennials gastam com esse tipo de conteúdo, onde eles têm acesso a ele e como isso afeta o cenário midiático:

Reproduzido do Portal ProXXIma, com informações do Mashable

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