Infográfico: o custo da fidelização, como gerar engajamento com tweets, e mais

25/03/2014

22.2-cost-of-loyalty-infographicTodos os anos, as empresas investem bilhões de dólares em programas de fidelidade para adquirir e reter clientes de alto valor, mas o dinheiro investido obtém os melhores resultados?

Este infográfico proporciona uma viagem visual através do ROI de programas de premiação.

Para visualizar melhor o infográfico, visite minha página no Pinterest: http://www.pinterest.com/pin/279575089342204613/

Estudo do Twitter mostra quais tweets geram mais engajamento

De acordo com um estudo realizado pelo Twitter (confira emhttps://blog.twitter.com/2014/what-fuels-a-tweets-engagement), adicionar vídeos, fotos e links nos tweets eleva significativamente o número de re-tweets. A pesquisa analisou diferentes áreas e temas, como TV, Notícias, Governo e Política, Música e Desporto. Cada segmento apresentou um comportamento diferente, mas se todas as áreas fossem acessadas em conjunto, como Simon Roger, Data Editor do Twitter, postou no blog oficial da empresa, os resultados seriam os seguintes: fotos geram um aumento de 35% de re-tweets em média, vídeos obtem um aumento de 28%; citações dão um impulso de 19% em re-tweets; incluir um número aumenta 17% em re-tweets; e hashtags recebem um impulso de 16%. Fonte: SocialMediaNewz (via Portal Abemd)

Puxado por Facebook e Google, mercado publicitário móvel cresceu 105%

No ano passado, os investimentos globais com publicidade móvel aumentaram 105,0%, atingindo um total de US$ 17,96 bilhões, de acordo com novos dados da eMarketer. Em 2014, o ritmo continua acelerado: mobile deve crescer 75,1% e chegar a US$ 31,45 bilhões, representando cerca de um quarto dos investimentos totais com publicidade digital em todo o mundo. Facebook e Google foram responsáveis pela maior parte desse crescimento. Combinadas, as duas empresas tiveram um aumento das receitas de publicidade móvel no valor de US$6,92 bilhões, ou seja, 75,2 % dos US$9,2 bilhões adicionais que migraram para mobile em 2013. As duas empresas estão consolidando seus lugares no topo do mercado, respondendo por mais de dois terços dos investimentos anuais com publicidade móvel ano – e isso irá aumentar ligeiramente este ano, de acordo com a eMarketer. O Facebook, em particular, está ganhando fatias de mercado significativas. Em 2012, a rede social era responsável por apenas 5,4% do mercado global de publicidade. Em 2013, essa participação subiu para 17,5%, e a eMarketer prevê que vai subir novamente este ano para 21,7%. O Google ainda está na liderança do mercado de publicidade móvel em todo o mundo, tendo uma fatia de quase 50% em 2013, mas o rápido crescimento do Facebook fará com que a parte do gigante das buscas caia para 46,8% em 2014, estima a eMarketer. Fonte: eMarketer (via Portal Abemd)

Nielsen: 1/6 dos consumidores americanos já aderiu à computação vestível

Um novo estudo da Nielsen traz dados que mostram que as tabelas com dados de cliques e compras através de celulares e tablets em breve vão ganhar uma terceira coluna para vestíveis. A pesquisa online foi realizada entre 2.313 adultos da amostra Connected Life da Nielsen. Embora os vestíveis estejam demorando a passar a fase de early adopters, com apenas 15% dos consumidores, metade deles na faixa de 18 a 34 anos, usando um smartwatch, Google Glass ou outros, o fato é que 70% dos consumidores estão sabendo sobre os dispositivos, apontou a pesquisa. Outras conclusões importantes:

  • O uso está praticamente dividido entre homens e mulheres;
  • Três quartos dos usuários de vestíveis se consideram early adopters e quase um terço (29%) ganha mais de US$ 100.000/ano;
  • Faixas para fitness são os wearables mais populares, com 61% dos entrevistados. Em seguida vem os relógios inteligentes (45%) e dispositivos móveis de saúde (17%) . Conveniência foi a principal motivação para a compra;
  • Custo e críticas envolvendo moda mostraram-se as principais barreiras para a adoção dos vestíveis. 72% dos não usuários disseram querer que fossem mais baratos, 62% estão à espera de opções que não envolvam usar no pulso e 53% desejam vestíveis que pareciam mais com joias.

Fonte: DMNews (via Portal Abemd)

 

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