Ainda sobre promessas não cumpridas pelo Facebook e a fidelidade de luxo. E mais

20/03/2014

Facebook e promessas não cumpridas II: alcance orgânico de fanpages corporativas será reduzido a 1%, diz site

Desde o fim de 2013, as marcas têm reclamado da diminuição do alcance dos posts no Facebook. Muitas reclamam que só conseguem alcançar uma boa quantidade de usuários pagando. Uma notícia divulgada pelo site Valleywag promete agitar ainda mais a discussão. Uma fonte ouvida pelo veículo diz que o alcance orgânico das fanpages corporativas no Facebook será reduzido para números pífios que deverão girar entre 2% e 1%. O “processo” citado pela tal fonte diz que marcas como a Nike, por exemplo, que possuem mais de 16 milhões de likes, só irão alcançar o news feed de 160 mil deles. O número é alarmante, mas talvez não seja tão absurdo assim. Por alguns motivos. Um deles é que o Facebook não é uma ONG, é uma empresa aberta e precisa faturar para agradar os investidores. Ou seja, tudo que eles puderem fazer para promover mais compra de anúncios, farão. Outro motivo é que muitos administradores de páginas não se atentaram que a concorrência, bem como o número de usuários na rede de Mark Zuckerberg, aumenta. Se você não conseguir engajar seus fãs, a tendência é que o alcance de seus posts caia ainda mais. Tanto é verdade que um porta-voz da rede disse ao site CNET que a queda se dá exatamente pela “competitividade”. Há mais empresas brigando pelos fãs. Mas algo é preocupante. Mesmo que o Facebook diga que uma marca não é obrigada a pagar anúncios e que uma boa gestão de fanpage gera resultados satisfatórios organicamente, se a previsão da fonte do Valleywag se confirmar, toda empresa presente na rede social de Zuckerberg terá de pagar para alcançar os fãs. Ou seja, aquele papo sobre engajar organicamente irá por água abaixo. Se abrir a carteira for mais importante que engajar, o que irá diferenciar o Facebook de outros meios para publicidade digital mais invasivos? Adnews

Fidelidade: marcas de luxo enfrentam um admirável mundo novo

Historicamente, as marcas de luxo contavam com a elaboração de uma imagem rarefeita, um alto nível de serviço personalizado e pontos de venda em locais cada vez mais caros na condução de seus negócios. A realidade do novo consumidor de luxo, o dramático crescimento do comércio digital e a recessão mudaram muito isso. Estudos do Harrison Group (e outros) desafiam a noção de que o cliente de luxo vem da riqueza herdada e de alguma forma é inerentemente atraída por produtos e serviços exclusivos e caros. Na verdade, a maioria dos consumidores de luxo nos EUA hoje em dia vêm de empreendedores e da classe média . Estes clientes recém-ricos tendem a carregar seus valores de classe média em seu comportamento de compra. Parecer com um museu como são muitas lojas de marcas de luxo mais repele do que seduz atualmente. A explosão do e-commerce, e todas as coisas digitais, está remodelando rapidamente a experiência do cliente de luxo. Por muitos anos, vendedores bem treinados, altamente atentos (e principalmente baseado em comissões ), entregando serviço one-on-one sintetizaram a proposta de valor de uma marca exclusiva. Embora isso continue a ser um elemento altamente desejado para alguns clientes, ignorar a obsequiosa pessoa de vendas é muitas vezes a meta para muitos consumidores. Frequentemente, o consumidor de luxo de hoje quer controlar a experiência conforme seus desejos e necessidades específicas. Fonte: Colloquy 

Startup cria “micro-escolas” para aperfeiçoar processo de aprendizagem

Uma startup de tecnologia da educação com 36 funcionários chamado AltSchool Inc. levantou US$ 33 milhões para repensar a forma como as escolas primárias e secundárias funcionam, do escritório à sala de aula. A startup opera o que chama de micro-escolas na Grande San Francisco e cobra uma anuidade de pouco mais de 19 mil dolares por ano. A empresa usa os prédios das escolas e as opera com seu próprio pessoa e seu software proprietário. O fundador e diretor-executivo Max Ventilla afirma que a plataforma da empresa ajuda os administradores a administrar as escolas com baixo custo e ajuda os educadores a entregar uma experiência de aprendizagem sob medida para cada aluno, ao compartilhar as melhores práticas entre as escolas. A Altschool tem a capacidade de “utilizar dados e tecnologia para ajudar as pessoas a aprenderem de formas que simplesmente não podiam antes”, segundo o investidor Brian Singerman. Fonte: WallStreetJournal/VentureCapitalDespatchBlog

O que os equívocos em dados de localização podem contar às empresas

Nas mídias sociais, as pessoas muitas vezes afirmam morar em grandes cidades como Los Angeles ou Nova York, quando moram na verdade em locais adjacentes, de acordo com a 140 Proof. Isso chama-se “geographic drift”, derivação geográfica, e tem algumas implicações. Potencialmente, pode  prejudicar um restaurante que está tentando aumentar o tráfego de pedestres, mas também oferece às empresas a capacidade de entender as preferências do consumidor. “Precisamos considerar exatamente onde essa pessoa está. E temos que considerar como o local os afeta como pessoa”, disse John Manoogian, Chief Technology Officer da 140 Proof, empresa que tem uma plataforma para anunciar nas redes. “A localização antes era considerado um único conjunto de dados”, disse ele. “[Mas o fenômeno] sugere que é pelo menos dois. Precisamos considerar exatamente onde essa pessoa está. E temos que considerar como o local os afeta como uma pessoa e como é que isso afeta a campanha. Existem certos tipos de campanhas que são hiperlocalizadas e há outras onde importa mais o estado de espírito ou a identidade. ” Fonte: Adweek

 

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