Como transformar mobile em mina de inteligência de negócios. E mais

01/10/2013

Cinco passos para transformar sua campanha mobile em uma mina valiosa de inteligência de negócios

Clientes fiéis em primeiro lugar. Saiba mais sobre a estratégia da Macy’s abaixo

Artigo publicado no site MarketingProfs, escrito por Andy Lombard, CEO da SocialWhirled, oferece uma visão muito interessante do mobile marketing, esse mundo potencialmente tão rico e ainda tão pouco inexplorado. Segundo ele, todo encontro com um consumidor que esteja com um smartphone na mão deve ser considerado uma oportunidade. Cada dona de casa que procura por informações do produto em um supermercado, cada adolescente que faz check-in em um show de rock, cada amante de animais que tuíta uma foto do seu cão é um comprador potencial a ser alcançado através de celular. Eles querem comprar. Você quer vender. Mas como fazer a conexão acontecer? Segundo Lombard, as melhores práticas no marketing mobile ainda não estão bem definidas, mas já é possível usar experiências para criar campanhas eficazes. E ele oferece cinco passos.

  1. Esqueça a App Store e atinja-o diretamente pelo web browser. Não exija que seu comprador em potencial baixe e instale um aplicativo. Em vez disso, ofereça-lhe uma rica experiência do usuário em um site móvel otimizado disponível através do browser do smartphone. Um aplicativo só faz sentido se tiver utilidade no estilo de vida do consumidor, não em uma campanha. Ao entregar sua mensagem pelo browser, você eliminar uma barreira de entrada.
  2. Envolva seus consumidores para transformar “likes” em ação. Atraia a atenção dos seus clientes potenciais e faça com que escaneiem um código QR nos displays dos seus pontos-de-venda ou visitem a sua página, clicando em um banner. Mas, aí, faça com que vão além de “curtir” sua marca no Facebook ou segui-la no Twitter. A mídia social é muito mais do que juntar as pessoas em torno de sua marca. É sobre a criação de relacionamentos de longo prazo com eles através de conteúdo atraente e campanhas envolventes. Diálogo real!
  3. Não esqueça o desktop. Escolha uma tecnologia que lhe permita lançar simultaneamente campanhas em mobile, social (Facebook), e na Web, para garantir consistência (que é um dos segredos do sucesso). Já não faz mais sentido campanhas de marketing onde a plataforma móvel não é um ponto de acesso. Por outro lado, apenas com mobile você pode perder os prospects que usam só desktop. E se certifique se os dados do usuário e o conteúdo estejam sincronizados em todos os canais.
  4. Capture dados de interesse e atributos. Com todo o novo ferramental de análise e automação de marketing, podemos saber mais do que nomes, endereços de email e números de telefone – podemos também entender os interesses e os atributos dos nossos clientes. E isso é o que pode fazer a diferença, pois permite elaborar melhor as mensagens, redirecionar conteúdo e gerar ofertas que levam a uma compra e também a criar relacionamentos fortes e duradouros.
  5. Atualize seu CRM e comece a vender. Todos os dados coletados em uma campanha mobile representam uma verdadeira mina de ouro em termos de inteligência de negócios. É só colocá-los para trabalhar para você. E aí se trata principalmente de ter a disciplina necessária para operar a partir de um planejamento bem desenhado e flexível. Fonte: MarketingProfs (via Portal Abemd)

Pinterest oferece teste grátis de Promoted Pins

Lançada em março de 2010, inicialmente como um beta fechado, a rede de compartilhamento de imagens em murais criados pelos usuários não demorou um ano para se colocar entre as 10 maiores, segundo dados do Hitwise. E não para de lançar novidades. Semana passada apresentou um novo recurso que permite aos usuários compartilharem links de notícias. E já havia anunciado, uma semana antes, que estava pronta para passar a gerar receita através de “promoted pins”. Na ocasião, Bem Silberman, CEO e co-fundador, comunicou que a publicidade na rede terá que obedecer a quatro princípios básicos: bom gosto – ou seja, nada de banners piscando ou pop-ups; transparência – o usuário sempre saberá quando se trata de um anúncio; relevância – esses pins serão sobre alguma coisa em que o usuário estará realmente interessado, como uma receita deliciosa, ou um casaco que siga a preferência de que estiver vendo o pin; e aperfeiçoado de acordo com o feedback do usuário. Na sequência, o Pinterest anunciou um programa de free trial para as empresas interessadas em ver na prática como e quanto funciona o novo serviço. Ela enviou emails com convites mas também disponibilizou um formulário neste endereço –http://business.pinterest.com/promoting-pins/ – para quem estiver interessado. Fonte: Pinwoot.com (via Portal Abemd)

Macy’s coloca seus clientes fiéis em primeiro lugar. E essa estratégia está funcionando!

Cerca de seis anos atrás, a Macy’s resolveu entender melhor os clientes, pois estava sentindo que não havia uma conexão completa. O varejista decidiu alavancar sua enorme base de dados de clientes de 33 milhões de famílias ativas dos EUA para recolher conhecimentos e desenvolver um enfoque estratégico do cliente. Esse banco de dados havia sido desenvolvido, perfeitamente organizado, aumentado e mantido por mais de 20 anos, mas historicamente tinha sido usado quase exclusivamente para o envio de malas diretas e emails. Nas palavras de Julie Bernard, SVP de Customer Strategy, Marketing e Advertising, da Macy’s, o banco de dados tinha sido usado apenas para “abusar do público americano” e não para entender melhor o mercado e para os clientes. A executiva deu uma palestra em 11 de setembro, em Cincinnatti, Ohio, durante a D2 Digital Dialogue Conference. Mergulhando fundo nesse mar de conhecimento, a empresa saiu revigorada. Segundo Bernard, “putting customer first”, o atual slogan da Macy’s, não é apenas retórica. Manter felizes os clientes fiéis passou a ser o foco principal da estratégia da empresa, que acredita em um “efeito halo”: ao fazer certo para os clientes fiéis isso atrairá e transformará quem ainda não é fiel. Fonte: Loyalty360.org (via Portal Abemd)

Bairro solar na Alemanha produz quatro vezes mais energia do que consome

O bairro solar Schlierberg, em Friburgo, Alemanha, é capaz de produzir quatro vezes mais energia do que consome, provando que uma construção ecológica pode ser muito lucrativa. O condomínio é autossuficiente em energia e atinge isso através do seu projeto de energia solar, que utiliza painéis fotovoltaicos dispostos na direção correta. Parece uma estratégia simples mas, geralmente, os projetistas pensam nas instalações solares tardiamente, e dessa forma os painéis perdem parte de sua eficiência.

A vila, projetada pelo arquiteto alemão Rolf Disch, enfatiza a construção de casas e vilas que planejam as instalações solares desde o início do projeto, incorporando inteligentemente uma série de grandes painéis solares sobre os telhados. Os edifícios também foram construídos dentro das normas de arquitetura passiva, o que o permite produzir quatro vezes a quantidade de energia que consome. O condomínio, com cerca de 11 mil m2, possui densidade média, tamanho balanceado, acessibilidade, espaços verdes e exposição solar. Ao todo são 59 residências e um grande edifício comercial, chamado Solar Ship, que criam uma região habitável com o menor impacto ambiental possível. Nove das residências são apartamentos localizados na cobertura do edifício comercial. As residências multifamiliares possuem entre 75 e 162 m2. Todas as casas são de madeira e construídas apenas com materiais de construção ecológicos. O conceito de cores foi desenvolvido por um artista de Berlim, Erich Wiesner.

As casas têm grande acesso ao aquecimento solar passivo e utilizam a luminosidade natural. Cada casa possui uma cobertura simples, com beirais largos, que permitem a presença do sol durante o inverno e protegem as casas durante o verão. Tecnologias avançadas como o isolamento a vácuo, aumentam o desempenho térmico do sistema da construção. As coberturas possuem sistemas de captação de água da chuva. A água é utilizada na irrigação de jardins e nas descargas de vasos sanitários. Os edifícios também utilizam lascas de madeiras para o aquecimento no inverno, diminuindo ainda mais o impacto no ambiente. As instalações permanecem livres de carros, graças à garagem abaixo do edifício comercial, onde é organizado um sistema de compartilhamento de automóveis. Mayra Rosa, para o site Ciclo Vivo

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