Apple sobrevive sem Jobs? Realidade Aumentada que faz sentido. E mais

14/08/2013

A Apple sobreviverá sem Jobs? Larry Ellison acha que não

Larry EllisonO CEO da Oracle, Larry Ellison em uma entrevista na CBS ontem (12), elogiou Steve Jobs, o co-fundador da Apple, chamando-o de “nosso Edison”, e argumentou que, sem ele, a Apple iria perder seu status como líder em tecnologia.  “Ele era brilhante”, disse Ellison sobre Jobs, que morreu em 5 de outubro de 2011, depois de uma [longa batalha contra o câncer no pâncreas. “Era nosso [Thomas] Edison, nosso [Pablo] Picasso, era um inventor incrível”. E quando perguntado sobre o que vai acontecer com a Apple sem Steve, Ellison deixou claro que não acha que a empresa de Cupertino, California, será a mesma sem seu grande guia. “Bem, nós já sabemos”, disse Ellison. “Nós vimos a  Apple com Steve Jobs”, disse Ellison, reforçando com um gesto para cima da mão. “E vimos a Apple sem Steve Jobs”, continuou ele, movendo a mão para baixo, referindo-se à saída dele em 1985. Continue lendo em A Zona de Desconforto

Novo catálogo da Ikea leva Realidade Aumentada a novas dimensões

Com o novo catálogo da IKEA na mão, usuários de smartphones e tablets podem tirar do papel as mesas, cadeiras e outras peças do fabricante e colocá-las em qualquer lugar em suas casas. O segredo é um aplicativo de realidade aumentada com o qual os usuários escaneam os códigos das peças e, em seguida, colocam o catálogo de papel no local escolhido e o mobiliário aparece como se fosse de verdade. Confira neste vídeo: www.youtube.com/watch?v=vDNzTasuYEw. Tecnicamente, não é diferente dos outros aplicativos de RA, mas a conveniência que ele gera, permitindo que o interessado veja como o produto fica no ambiente real, coloca o aplicativo da Ikea vários corpos à frente em termos de experiência do usuário. Leia também: Estudo: pessoas clicam em “curtir” 32% a mais se outros já “curtiram” antes, e outras notícias do mercado de Marketing Direto = Marketing Diálogo no Portal Abemd

5 questões importantes sobre marketing viral

Quando se pensa em algo que se propaga rapidamente como em um processo epidêmico, parece simples definir o que é marketing viral. O desafio é inversamente proporcional, porém, quando se pretende fazer com que um conteúdo tenha alto grau de disseminação, já que não existe uma fórmula pronta. Para conhecer um pouco melhor esse universo, o Adnews conversou com Philip Moss, fundador da agência ChaDas5, que esclareceu algumas dúvidas sobre o tema.

O que de fato qualifica um vídeo como viral e como você vê a explosão desse formato?

Philip Moss – Em primeiro lugar o que determina um viral é a capacidade de disseminação de um conteúdo, que consegue realmente “viralizar” dentro de um determinado universo de atuação. Ele é interessante para o mercado na medida em que atinge um número grande de pessoas em um curto espaço de tempo. Ele também tende a ter um custo-benefício interessante, já que é difundido na internet, o que elimina um alto investimento com mídia.

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Ampliando horizontes: você sabe o que é coaching cultural?

Em um ambiente altamente mutante e imprevisível, com a globalização da economia, fusões, joint ventures, expatriamentos, repatriamentos, as organizações passaram a lidar cada vez mais com uma múltipla variedade de fatores como pessoas, países, religiões, hábitos e diferenças culturais.

As organizações internacionais trabalham além  das culturas e fronteiras nacionais, fazendo com que os seus profissionais viajem pelo mundo todo, enfrentando essas variedades de desafios culturais.

Como resultado de todas essas mudanças, novas competências  e novos comportamentos são necessários para enfrentar os desafios que aparecem diariamente. Os executivos que se adequarem a esse quadro mundial sairão na frente. Em virtude disso, o coaching intercultural está se tornando cada dia mais importante.

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Tinta condutora de energia substitui fiação elétrica

Criada por um grupo de estudantes da Inglaterra, a tinta Bare Paint conduz eletricidade, por isso, é utilizada para substituir a fiação elétrica – podendo ser aplicada em qualquer superfície. À venda pela internet, o produto sustentável já faz sucesso, e pode não só reduzir o uso de fios e resíduos, como também agregar uma nova estética às construções. De acordo com o jornal britânico Daily Mail, a criação permite que as pessoas desenhem pelas paredes, como uma fiação elétrica que alimenta lâmpadas e eletrodomésticos sem necessidade de interruptor ou fios convencionais. A consistência do material é semelhante à do mel, podendo ser usado em plásticos, papéis, tecidos ou metais. Continue lendo

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