A semana que passou: lucro da Petrobrás, venda do Credicard mais próxima, Netshoes vai à Nasdaq, e mais

15/04/2013

Plataforma da Petrobras no Campo de Tupi, na Bacia de Santos.

Plataforma da Petrobras no Campo de Tupi, na Bacia de Santos.

Apesar do escarcéu recente, a Petrobrás fechou 2012 registrando o maior lucroentre as companhias na América Latina de capital aberto. No levantamento feito por Einar Rivero, da Economatica, entre as 20 empresas que mais lucraram em 2012 na América Latina, 11 são brasileiras.Plataforma da Petrobras no Campo de Tupi, na Bacia de Santos.

Terminou sexta-feira passada o prazo para que os interessados apresentem propostas pela Credicard, que foi colocada à venda pelo Citibank. Segundo O Estado de S.Paulo, Itaú, Bradesco e Santander devem ter apresentado ofertas. O Banco do Brasil, que participou de grande parte do processo, desistiu. Nenhuma das instituições se pronunciou sobre o assunto.

Segundo o blog Primeiro Lugar On-Line, a Netshoes deu um importante passo rumo à sua abertura de capital, ao contratar o Bank of America Merrill Lynch, o Morgan Stanley, o Bradesco BBI e o Itaú-BBA para coordenar sua emissão de ações na bolsa de tecnologia americana Nasdaq. Os sócios da Netshoes decidiram não abrir o capital da empresa na Bovespa, ao menos por enquanto, porque investidores americanos estão habituados a investir em empresas que, embora cresçam muito, ainda não geram caixa, como é o caso da Netshoes.

O presidente da Telefônica/Vivo, Antonio Carlos Valente, afirmou que atecnologia de quarta geração (4G) das telecomunicações começa a operar no Brasil a partir do próximo dia 30 nas cidades-sede da Copa das Confederações (Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Recife). Em entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, ele disse que o início do serviço se dará mesmo com o problema da “falta de antenas”. Por enquanto, o executivo não deu sinais de investimento em novas frequências. Na conversa, Valente falou do primeiro ano da integração entre as operações da Telefônica com as da Vivo.

Uma novidade estranha no mundo das redes sociais: o LinkedIn comprou nesta semana, por US$ 90 milhões, o agregador de notícias Pulse. Mas o que tem a ver o LinkedIn, uma rede social para conexões profissionais, e o Pulse, um aplicativo (app)criado por estudantes da Universidade de Stanford que funciona como “revista personalizada”? Aparentemente, é mais uma demonstração de que não há mais departamentos estanques. Especialistas registram a crescente sinergia entre recomendação de conteúdo e redes sociais. Compartilhar notícias em ambientes como Twitter, Facebook e até mesmo no LinkedIn é uma prática recorrente entre os usuários. De acordo com Deep Nishar, vice-presidente sênior do LinkedIn, no blog da rede social, “Nós acreditamos que o LinkedIn possa ser definitivamente uma plataforma de publicação profissional, onde se consome conteúdo e onde veículos vêm para compartilhar conteúdo”.

Ainda em relação às redes sociais, o Facebook anunciou mudanças no processo de convites para eventos. Se você enviar muitos convites para pessoas que não estão interessados neles, sua conta poderá ser bloquada temporariamente. Olho vivo, portanto.

Fonte: Exame, Estadão, Social Media Examiner

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