Daslu a R$ 25,90. Sai “e-commerce”, entra “omnichannel”. E mais

29/11/2012

Daslu vende peças a partir de R$ 25,90 na Riachuelo

A matéria saiu na FSP e foi reproduzida em A Zona de Desconforto (ainda não conhece? Imperdível!). Em si, não seria algo digno de atenção – mais uma marca vendida por um grande magazine. Mas a carga simbólica da notícia é colossal: talvez o maior ícone recente de exclusividade (e concentração de renda, por consequência) disponível para as classes C, D e, por que não?, até para E. Afinal, vinte e seis reais está ao alcance de qualquer pessoa. E talvez ainda dê para parcelar. Leia a matéria e aproveite para conhecer A Zona de Desconforto

Varejistas trocam “e-commerce” por “omnichannel”

Os consumidores não vão nunca desistir completamente das lojas físicas, mesmo se considerarmos o grande aumento das compras online e via mobile – apenas cerca de 7% dos 59,1 bilhões de dólares em compras no Black Friday foi realizado via e-commerce, de acordo com dados da NRF. A popularidade tanto das lojas físicas como digitais leva à necessidade dos varejistas adotarem uma abordagem multicanal que atenda os clientes onde eles estão, diz Joel Anderson, CEO da Walmart.com. Leia, em inglês, no site Wired.com

O “Twitter Archive” vem aí

Os usuários do Twitter em breve serão capazes de baixar um arquivo completo dos tweets que publicaram, disse esta semana o CEO da empresa, Dick Costolo. O comentário surgiu quando Costolo tentava definir uma visão mais ampla para o Twitter como complementar e não um competidor em relação às formas tradicionais de mídia. Ele delineou metas ambiciosas, incluindo um foco maior na visualização de dados, e novos esforços para invadir o mercado chinês de mídia social. Leia, em inglês, nos sites TechCrunch e GigaOm

Smartv ainda é mais “Tv” do que “Smart”

Durante pouco mais de um mês a redação do Portal Adnews testou três modelos de Smartvs encaminhadas à redação pelas indústrias Samsung, Philips e Panasonic. Em vez de uma analise técnica e convencional, o veículo buscou chegar a uma percepção mais evidente e clara do que essa nova tecnologia se propõe a ser, e o que ela realmente entrega em termos de desempenho e custo-benefício. E mais, como ela deve conduzir esse novo jogo interativo, onde o consumidor demanda conteúdo e, automaticamente, a propaganda que lhe cabe. Leia a matéria no Adnews

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