Para Facebook, cliques não importam. Mobile marketing vai a US$ 13 bi. E mais

04/10/2012

Pesquisa: quais as táticas de geração de leads usadas mais comumente?

Com tantas ferramentas de geração de leads disponíveis, os profissionais precisam ser capazes de avaliar o uso, a eficácia e a dificuldade das táticas preferidas por seu público. Isso irá permitir-lhes decidir quais canais funcionarão melhor para as suas organizações. Para ajudar você a fazer exatamente isso, a MarketingSherpa fez uma pesquisa sobre as táticas utilizados com mais (e menos) freqüência. Veja o gráfico com mais detalhes em minha página do Pinterest. Email continua à frente, até mesmo de SEO, mas é importante notar o crescimento da importância das mídias sociais, que está em um honrosíssimo terceiro lugar. Mobile ainda está lá atrás, mas acredito que atropelará nos próximos anos.

Facebook quer convencer anunciantes que cliques não importam

O Facebook disse que os dados coletados por meio de sua parceria com a empresa de monitoramento de fidelidade de cartão Datalogix mostram que as pessoas são induzidas a fazer compras depois de ver um anúncio, mesmo que não cliquem nele. A rede social, que divulgou suas conclusões por meio de um comunicado de imprensa e na conferência MIXX do Interactive Advertising Bureau, em Nova York, fez uma ligação entre os resultados com um termo usado por comerciantes de TV, conhecido como “reach” ( ou “alcance”).  Os resultados foram apresentados por Brad Smallwood, executivo do FB. “Embora essas conclusões possam parecer familiares para os comerciantes tradicionais que usam TV, elas representam uma mudança substancial a partir do foco na ‘otimização do clique’, mais típica do planejamento digital de uma campanha,” disse a companhia de Zuckerberg. Leia a matéria completa no IDG Now.

Paul Palmieri, CEO da Millennial Media, afirma que a receita de publicidade em celulares crescerá para 13 bilhões de dólares

Ele abriu a Smarter Mobile Marketing (SM2) conference em New York, realizada na terça passada, observando que os consumidores gastam cerca de 10 por cento do seu tempo olhando para telas de celulares, mas o meio ainda recebe apenas cerca de 1 por cento dos orçamentos dos anunciantes . A relação demonstra o potencial dos dispositivos móveis em comparação com os dólares que entram em mídia tradicional. Ele forneceu  os comparativos entre tempo dispendido com o meio e a fatia das verbas publicitárias: Celular: 10%/1%; Revistas: 3%/11%; Jornal: 4%/14%. Usando um relatório de pesquisas do Gartner de 2011, sugeriu que os gastos com publicidade móvel anual deveriam crescer assim: US$ 3,9 bilhões em 2012, US$ 6,8 bilhões em 2013, US$ 9,9 bilhões em 2014, US$ 13,5 bilhões em 2015. A implicação é que com o tempo, inevitavelmente, os dólares tenderão a coincidir com o tempo que os consumidores utilizam seus dispositivos. “É o único meio de publicidade que está disponível continuamente durante todo o dia para os anunciantes”, disse Palmieri. “Nós vemos o tráfego na nossa plataforma móvel começar a subir às 5 da manhã, e não diminuir até ser tarde da noite na Costa Oeste dos EUA”. Fonte: Business Insider

Online e offline é coisa do passado

Em um mundo de tantas plataformas de mídia, ainda faz sentido questionar o que faz parte do mundo online e off-line? O consumidor e leitor se preocupa mais com o conteúdo ou com a maneira de acessá-lo? Até quando os preços praticados nas mídias digitais serão tão inferiores em relação às tabelas das mídias tradicionais? Essas e outras questões do gênero movimentaram o último painel do primeiro dia do MaxiMídia 2012. Com a moderação do diretor da plataforma ProXXIma, Pyr Marcondes, o painel colocou na mesma discussão o COO da JWT, Ezra Geld, o diretor geral do Terra no Brasil, Rafael Davini, o diretor superintendente do Grupo Veja, Claudio Ferreira, o diretor comercial nacional do SBT, Glen Valente e o superintendente de marketing do Itaú-Unibanco, Eduardo Tracanella. Leia mais no ProXXIma.

Extra passa a vender alimentos pela web

O Grupo Pão de Açúcar relança a operação de e-commerce dos hipermercados Extra ainda neste mês de outubro, quando passa a vender também alimentos pela internet. Anunciada na manhã desta quarta-feira 3 durante o primeiro painel do MaxiMídia, a novidade foi revelada por German Quiroga, da Nova Pontocom, conglomerado de negócios eletrônicos do maior varejista do País, composto também pelas marcas Ponto Frio e Casas Bahia. “Seremos a única bandeira com delivery de alimentos do País”, crava Quiroga, que prevê um faturamento da ordem de R$ 4 bilhões até o fim de 2012, proveniente das vendas de mais de cem milhões de produtos adquiridos por cerca de dois milhões de clientes do Extra na web. Leia a matéria completa no Meio&Mensagem.

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