O iPhone 5 chinês, 3 motivos para vídeos virais, Grand Prix Cyber, e mais

03/09/2012

Chineses lançam “iPhone 5” antes da AppleApple ainda não liberou nenhuma informação oficial sobre o iPhone 5, que só deve ser revelado no próximo dia 12. Mas isso não é obstáculo para os bravos imitadores chineses. Na China, os fãs mais ansiosos da maçã podem circular com um reluzente Goophone Y5, de aspecto idêntico ao visto nas fotos do iPhone 5 que têm aparecido na internet. E, detalhe, o aparelho roda o Android, do Google. Leia a matéria completa no site da Exame.

O Goophone imita o aspecto visto nas imagens do iPhone 5 que têm circulado na web, mas roda o sistema Android

3 maneiras de tornar viral um video do YouTube

O YouTube é encarado por inúmeros aspirantes a músicos, a estrelas de cinema e artistas em geral como o portal online para a fama e a riqueza. Com bons motivos. Não esqueçamos que Justin Bieber foi descoberto no YouTube. Além disso, os números da redes são impressionantes. Mais de 800 milhões de usuários únicos visitam YouTube por mês. E lá encontram 4 bilhões de horas de vídeos. Em 2011, atingiu mais de 1 trilhão de views (140 visualizações por pessoa que habita o planeta). Seus usuários sobem mais de 72 horas de video por minuto. É sem dúvida um bom lugar para publicar algo que você deseja oferecer a uma grande audiência. O desafio, porém, é criar conteúdo que se torne viral. Alguns pesquisadores acreditam haver descoberto a fórmula secreta para isso. Leia a matéria completa, em inglês, no blog do Jeff Bullas.

A Suécia vendida pelos suecos. Conheça um case que foi construído tweet por tweet.

Uma ação aparentemente simples chamou a atenção na última edição do Festival Cannes Lions e faturou um dos dois Grand Prix concedidos pela competição Cyber Lions. Trata-se de um projeto criado pela agência Volontaire para promover a Suécia através de seus melhores vendedores, os próprios suecos. Tudo começou quando o Swedish Institute (agência governamental de fomento da Suécia no mundo) e o Visit Sweden (site oficial de informações sobre turismo) encomendaram à Volontaire uma estratégia para o Twitter do governo – o @Sweden. A solução desenvolvida pela agência foi colocar cidadãos comuns no comando da conta governamental. Saiba os resultados na matéria publicada no ProXXIma.

Já temos mascote da Copa

A informação saiu na coluna do Lauro Jardim, no site da Veja. Segundo ele, a figura acima será apresentada oficialmente pela Fifa em meados de setembro. O nome será escolhido por votação popular, como foi o caso da bola oficial, que ganhou o nome de Brazuca (recebeu quase 78% dos votos).

Buenos Aires incentiva distribuição de bicicletas e vestiários

Para incentivar os portenhos a pedalar e desafogar o trânsito, o governo da cidade de Buenos Aires está incentivado empresas, universidades e ONGs a aderirem a um programa que prevê a distribuição e o empréstimo de bicicletas a funcionários e alunos. Estacionamentos e vestiários com chuveiros para os que chegam suados após a pedalada para o trabalho ou estudos também estão no plano.Trata-se do programa chamado Mejor en Bici (Melhor de Bicicleta). Segundo dados do governo local, 107 empresas de diferentes setores como tecnologia, petróleo e alimentos, além de 28 ONGs e oito universidades, já foram classificadas como “amigas da movimentação sustentável” porque estão estimulando o uso de bicicletas.Leia a matéria completa no portal Terra.

Marca ‘Esso’ está com os dias contados

Quanto custa dar fim numa marca? E se ela tiver mais de 50 anos de mercado? Ou ainda se tiver estiver presente em 1,7 mil postos de combustíveis espalhados pelo País? Nessa conta, segundo especialistas em marketing, não entram só os custos operacionais. O que está em jogo, na verdade, é a ligação da marca com o consumidor. Foi essa a análise que a Raízen, atual controladora da rede de postos Esso no País, teve de fazer. A empresa decidiu tirar a marca Esso das ruas – e substituí-la pela Shell. Para isso, gastará R$ 130 milhões. O abandono da marca Esso não foi imposição de órgãos reguladores de mercado, como já aconteceu com outras marcas no passado. “Foi uma decisão estratégica”, disse Luis Henrique Guimarães, vice-presidente comercial da Raízen. Leia a matéria completa no MSN/Estadão.

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