Duas notas que saíram hoje na coluna do Lauro Jardim, Radar on-line, da Veja. A primeira fala do Luciano Huck:

“Uma pesquisa inédita feita pela Sequaz, empresa especializada em análise de dados na internet, desmonta o mito do sucesso das celebridades brasileiras nas redes sociais. Ao analisar o perfil das três personalidades mais seguidas no Twitter, a empresa descobriu que Luciano Huck, Claudia Leitte e Ivete Sangalo têm uma média entre 75% e 80% de seguidores inativos. São milhões de internautas que acessam a rede uma vez por mês apenas, e olhe lá.”

A segunda coloca na dança Rafinha Bastos e Sabrina Sato:

“A pesquisa da Sequaz sobre o nível de atividade de celebridades no Twitter também analisou as contas de Sabrina Sato e Rafinha Bastos. Dos 3,9 milhões de seguidores no Twitter de Sabrina, apenas 7% acessam a sua conta diariamente e 6% semanalmente. No caso de Rafinha, 8% dos seus 4,2 milhões de seguidores entram no Twitter diariamente e 7% semanalmente. A grande maioria – por volta de 81% dos internautas de Sabrina e Rafinha – entra no Twitter uma vez por mês em média.”

As notícias chegaram para mim por duas fontes diferentes, mais ou menos ao mesmo tempo. De um lado, temos o Gmail Meter, uma versão do Analytics que permite ao usuário saber quantos e-mails ele costuma receber, quanto tempo geralmente leva para respondê-los, se as repostas são curtas ou longas e em média quantas palavras usa. Leia mais sobre a ferramenta e assista um video na matéria do Adnews. Do outro lado, temos o projeto para mensuração de marcas online. Chama-se Brand Activate e tem por objetivo, claro, fazê-las investir mais. Leia mais no portal ProXXIma.

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Blog de Ronaldo Livreiro:

As abelhas são capazes de levar em consideração as relações entre objetos, assim como conceitos abstratos – um privilégio que se acreditava reservado a cérebros como o dos mamíferos -, revela um estudo do Centro Nacional de Pesquisa Científica francês (CNRS).

O fato de as abelhas poderem utilizar simultaneamente duas ideias abstratas é um resultado “completamente inesperado” que põe abaixo o pressuposto de que “a elaboração de um saber conceitual” necessita de um cérebro do tamanho do dos mamíferos, como o ser humano, destacam os cientistas neste estudo, publicado pela revista americana PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences). Continue lendo »

Um grupo de cientistas da computação da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, afirma haver criado um método para entender como criar em slogans que ninguém esquece, do tipo “just do it” ou “isso faz um bem!”. Continue lendo »

Graças ao cumprimento de normas, regulamentos e políticas de segurança de TI, e a suas certificações internacionais, a plataforma BlackBerry é considerada por empresas de análise de mercado como a mais segura da indústria Continue lendo »

Oakley prepara concorrente aos óculos do Google

O Google ainda nem lançou seus óculos futurísticos e já sabe que vai ter concorrência neste mercado, e das grandes. Um dos principais players do setor, a Oakley anunciou que trabalha em uma tecnologia semelhante à vista no Project Glass. (…) aquele tipo de projeção apresentado pela gigante de buscas, mais a capacidade de conexão com aparelhos de telefonia por meio de tecnologia Bluetooth. Leia a matéria completa no Adnews.

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É fundamental que a literatura oral indígena seja conhecida e reconhecida como criação artística, da mesma forma que são os livros escritos e publicados, afirma a antropóloga e escritora Betty Mindlin, sobre o livro “A criação do mundo e outras belas histórias indígenas”, que foi lançado ontem (18), em São Paulo. De autoria de Emerson Souza, indígena Guarani nhandeva, e do historiador e antropólogo Benedito Prezia, o livro traz depoimentos de lideranças indígenas, poemas, preces e mitos sobre a origem da humanidade, a partir da sabedoria popular e da oralidade dos povos. Leia a matéria completa no Brasil Atual.

Um dos destaques do segundo e último dia, 17, do Festival of Media de Montreuxfoi a apresentação em primeira mão de pesquisa mundial da UM, empresa especializada em estudos do mundo digital, a Wave 6. Inúmeros achados importantes… Entre eles, os internautas cada vez menos acessam os sites oficiais das marcas em todo o mundo. Outra: os jovens internautas não estão lá muito preocupados em exporem sua vida, sua personalidade e seus hábitos. Se obtiverem em troca melhores serviços e conteúdos de que gostem, tudo bem. Vale o trade off. Leia a matéria completa no ProXXIma.

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Mais de dois terços dos especialistas em tecnologia acreditam que, em 2020, os pagamentos com smartphones terão superado os pagamentos em dinheiro e com cartão de crédito, de acordo com pesquisa divulgada terça-feira pelo Pew Internet eAmerican Life Project e School of Communications da Elon University. A pesquisa pediu a cerca de 1.000 entrevistados para concordar ou discordar com uma declaração afirmando que esses dispositivos poderiam substituir a maior parte das transações com dinheiro e cartões de crédito. As opções de resposta aludiam à tecnologia NFC (Near Field Communication), em que uma comunicação entre um sensor no terminal de pagamento e outra em telefone inteligente do consumidor desencadeia umatransação financeira. 65%dos respondentes concordaram que NFC alcançaria esse patamar em 2020. Mais de 10% dos proprietários de telefones móveis já fizeram pagamentos utilizando seus telefones, de acordo com dados da comScore. Leia a matéria completa, em inglês, no site Network World.

The New York Times:

Os tempos mudaram. “Antigamente”, as chamadas start-ups, ou empresas iniciantes, de tecnologia, costumavam seguir o mesmo caminho: primeiro, chegavam na internet e estabeleciam seu espaço, para depois criarem uma versão de seu serviço para aparelhos móveis.

A compra do Instagram pelo Facebook por 1 bilhão de dólares bagunçou este caminho. Agora, as start-ups começarão a se perguntar se precisam segui-lo. Quem precisa passar pela internet se é possível começar direto como aplicativo de aparelhos móveis, fazer tanto sucesso e ser comprado pela mais popular rede social do mundo?

O Instagram, fundado em 2010 pelo americano Kevin Systrom e pelo brasileiro Mike Krieger, é um serviço de fotografia via celular que permite que os usuários usem filtros nas imagens e compartilhem suas fotos – em uma espécie de combinação de fotolog com rede social. Criado inicialmente para o iPhone, da Apple, recentemente o aplicativo ganhou uma versão para o sistema Android, do Google. Vale dizer que, desde sua criação, ele é imensamente popular.

Novas experiências

“Por décadas, o centro da computação foi o desktop, e os softwares foram moldados após a experiência das máquinas de escrever”, diz Georg Petschnigg, ex-funcionário da Microsoft e um dos criadores do Paper, um novo aplicativo para iPad. “Mas a tecnologia hoje é mais íntima e difundida. Nós a temos conosco o tempo todo, e temos que reimaginar novas e inovadoras interfaces e experiências ao redor dela”.

Diante desta tendência, os investidores estão prontos para apostar na tecnologia para aparelhos móveis. De acordo com um estudo feito pela empresa de pesquisas CB Insights, companhias e aplicativos voltados a plataformas móveis atraíram 10% do total dos investimentos de firmas americanas de capital de risco, que investem em empresas iniciantes,no último trimestre de 2011.

Leia a matéria completa no Observatório da Imprensa (tradução e edição de Leticia Nunes)