As 14 perguntas que você deve fazer em uma entrevista de emprego
Bem, talvez hajam outras. Talvez você tenha seu próprio conjunto de questões que irão definir a contratação ou não de um novo executivo. Seja como for vale a pena conhecer as perguntas favoritas de alguns dos CEOs de grandes empresas. Esse é o mote de um artigo muito interessante, publicado ontem, no site da Inc. Os CEOs da Shake Shack, do Hootsuite e da Bullhorn estão entre os executivos que discutem suas perguntas da entrevista favoritas nesse artigo. Ilya Pozin, fundador da Ciplex, recomenda perguntar “Se você foi contratado, amou tudo sobre este trabalho, e concordamos com o salário que você pediu, que tipo de oferta de outra empresa que você consideraria?” Algumas são bem diretas, como a preferida do Art Papas, fundador e CEO da Bullhorn: “que coisas você não gosta de fazer?” E a de Shama Kabani, CEO de The Marketing Zen Group: “Por que você teve x empregos em y years?” Outras são autênticas viagens, como a do Ryan Holmes, CEO do Hootsuite: “Qual o seu superpoder, ou qual o seu espírito animal?” Continue lendo em A Zona de Desconforto
Imagine fazer parte de uma banda onde o Mick Jagger é o vocalista e você o cara que toca o bongô, escondido atrás do baterista. Na Empresa Roqueira é assim que a maioria dos executivos se sente. O CEO é a grande estrela e todos os resultados são atribuídos a ele, mesmo que obtidos pelo “tocador do bongô”. Extremamente vaidoso e de uma autoconfiança contagiante, ele até divide algumas responsabilidades com seus executivos, mas deixa sempre claro o espaço de cada um. Centralizador e senhor de todas as verdades, acha “natural” ser o único a merecer relevância, pois avalia que “sem ele, a empresa não anda”. O cara adora holofotes, microfones, câmeras, repórteres e qualquer outra coisa que o coloque em evidência. 
A questão básica é: a sua organização está construída sobre uma cultura de confiança? Segundo a consultora Jennifer V. Miller, diretora executiva da consultoria SkillSource, 82% dos empregados não confiam no seu chefe. Ou seja, confiança é um recurso escasso na maioria das organizações.
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Bem, não totalmente. Mas há necessidade indiscutível de mudanças. Segundo o blog The Sales Guy, O fato é que metas de desempenho não são tão eficazes quanto pensamos. E não é de hoje que se sabe disso. Em 1988, Carol Dweck e Ellen Leggett resolveram analisar a fixação de metas. Elas queriam saber se o tipo de metas que estabelecemos, ou mais especificamente, se a forma como percebemos essas metas, afetava nossa probabilidade de alcançá-las. 
