“Eu queria ter pensado nisso antes”, você não?
Como só existe uma maneira de causar uma boa primeira impressão, The Cosmopolitan of Las Vegas presenteia as pessoas antes de colocarem os pés na cidade. Conhece aquela famosa frase, atribuída a vários importantes executivos, que diz “depois de resolvido, esse problema será simples”? A sensação é parecida quando você se depara com uma solução tão boa e tão óbvia que só consegue se perguntar ‘por que eu não pensei nisso antes’. Quando se trata de impactar seus clientes com alguma coisa boa, óbvia e inédita, isso pode significar a diferença entre sucesso e bancarrota. Continue lendo em A Zona de Desconforto
Facebook quer “morar” no seu smartphone Leia o resto deste post »
Executivo que seria próximo CEO da Microsoft saiu da empresa. E agora?
O mundo das empresas de tecnologia de repente não parece um ambiente tão instável. Poucas semanas depois que a Apple demitiu Scott Forstall, que supervisionou o desenvolvimento do sistema operacional iOS, a Microsoft anuncia a saída do seu mais alto executivo na área de desenvolvimento, Steven Sinofsky, que desenvolveu nada mais nada menos do que o Windows 8 e considerado a segunda pessoa mais importante na empresa, logo após Steven Ballmer. Alguns analistas acreditam que isso foi exatamente o pivô da demissão, “uma decisão de mútuo acordo”, afirmou a Microsoft, pois Ballmer sentia-se incomodado com a sombra do executivo que havia sido presidente das divisões Windows e Windows Live. ReadWrite.com
ReclameAQUI premia melhores empresas em Qualidade no Atendimento Leia o resto deste post »
Um koan (公案; japonês: kōan, chinês: gōng-àn, coreano: gong’an, vietnamita: công án) é uma narrativa, diálogo, questão ou afirmação no Zen-Budismo que contém aspectos que são inacessíves à razão. O koan tem como objetivo propiciar a iluminação do aspirante a zen-budista. Um koan famoso é: “Batendo duas mãos uma na outra temos um som; qual é o som de uma mão?” (tradição oral, atribuida a Hakuin Ekaku, 1686-1769). Fonte: Wikipedia
Programa de fidelidade: ou é ganha-ganha ou é perde-perde
Não tem meio-termo: um programa de fidelidade precisa ser (e parecer) mutuamente benéfico para a empresa e para o consumidor. De outra forma, vai perdendo relevância, importância, sentido. Segundo um artigo recente, escrito por Paul Hebert para o blog Active Loyalty, “fidelidade é uma coisa engraçada. Pensamos que pode ser comprada. Pensamos que pode ser manipulada. Pensamos que é o que eles “querem”. Mas não é nenhuma dessas coisas. Fidelidade tem a ver com um relacionamento que é mutuamente benéfico.” Concordo inteiramente com o autor quando ele diz que, atualmente, esquecemos a parte do “mutuamente benéfico”. Leia o resto deste post »
Fanpage do Bradesco tem conteúdo na Língua Brasileira de Sinais
A partir desta semana, a fanpage do Bradesco apresenta um novo ambiente, onde serão disponibilizados vídeos de diversos assuntos, entre tutoriais, serviços, campanhas e dicas de segurança na Língua Brasileira de Sinais, para melhorar o relacionamento com os deficientes auditivos. Também foram criados emoticons em Libras, para que o visitante da página possa fazer comentários nos vídeos e interagir com o banco e com outros usuários. O ambiente, desenvolvido pela CD Clip, contará inicialmente com 10 vídeos em Libras acompanhados de legenda. Com a ação, o Bradesco pretende estreitar o relacionamento com o cliente, focando cada vez mais em direcionar sua comunicação com todo seu público. Leia outras notícias sobre Marketing Direto no portal da Abemd
Walgreens envolve escolas públicas de Chicago em seu programa de fidelidade Leia o resto deste post »
Você sabe o que é um cliente “fidelizado”?
E lá estava eu, anteontem, de volta à loja da Claro, p* da vida. De repente, aparecem novas contas. Pior, contas com meses de atraso. Que história é essa? E descobri. Leia o resto deste post »
Estudo da Socialbakers apresenta empresas “socially devoted”, marcas consagradas em mídias sociais
A Social Bakers é uma empresa especializada em ferramentas de análise de mídias sociais e, segundo o fundador da empresa, Jan Rezab, o temo “socially devoted” define “empresas que se comunicam abertamente e respondem ativamente aos fãs, garantindo uma rápida resposta ao feedback ou questões dos consumidores. Essas empresas compõem um novo padrão global que outras empresas podem adotar para melhorar suas estratégias de mídias sociais”. No site em português, eles chamam de “marcas consagradas em mídias sociais”. O estudo trouxe outros dados: Leia o resto deste post »
No futuro, todas as empresas serão empresas de mídia?
Cerca de 30 anos atrás, eu fui convidado para trabalhar na criação de uma agência de marketing direto, disciplina de comunicação totalmente nova para mim. Mais recentemente, em 2007, recebi um convite semelhante: dirigir a criação de uma agência de advertainment, disciplina com a qual também não tinha a menor intimidade. No primeiro caso, me envolvi profundamente com os conceitos de comunicação segmentada, resposta direta, gerenciamento do consumidor, etc. Já no segundo, me senti profundamente desconfortável na função. O problema é que comprei inteiramente os conceitos no primeiro caso e fiquei bem de pé atrás no segundo.
Advertainment é um termo que foi inventado em 1999 pela professora italiana Patrizia Musso para congregar e dar um arcabouço metodológico a atividades praticadas até então de uma forma meramente empírica, como publieditoriais, merchandising e product placement. Na prática, seria uma saída inteligente para o fato de a publicidade buscar atrair a atenção dos consumidores através da interrupção. O problema, portanto, seria o fato dos intervalos comerciais interromperem os programas, os anúncios nas revistas interromperem os artigos, os spots de rádio interromperem as seleções musicais, e assim por diante. E a solução seria a introdução das mensagens comerciais no conteúdo da programação ou transformação do espaço publicitário em conteúdo informativo e relevante, gerando sinergia entre a emoção e a informação, integração das marcas e produtos no ambiente editorial dos veículos de comunicação.
Meu desconforto ocorria, em primeiro lugar, porque eu sempre me sentira confortável com a tal interrupção. Em minha visão, a forma como a mensagem comercial era inserida no contexto da programa, com plim-plim ou similar separando-a do conteúdo de entretenimento ou noticioso e a assinatura da empresa deixando bem claro que era publicidade e que era paga impregnava o modelo de uma ética negocial básica e fundamental. Em segundo lugar, eu nunca obtive dados concretos que comprovassem que o advertainment é mais eficiente do que as disciplinas tradicionais. Leia o artigo completo em A Zona de Desconforto.
Programas de fidelidade precisam ir para o celular Leia o resto deste post »
É uma notícia muito importante para quem acompanha a evolução dos programas de fidelidade e que se segue a outra parceria anunciada na semana passada, Nectar/eBay (logo em seguida à nota da Amazon), pois significa que a explosão de novas tecnologias, principalmente as móveis estão levando a indústria a um novo patamar.
Clientes de cartões do Chase agora podem usar seus Ultimate Rewards Points para comprar produtos na Amazon
Buscando aumentar o valor percebido de sua estrutura de premiação e assim diferenciar-se para as compras de final de ano, a Chase Card Services, uma divisão da JPMorgan Chase & Co., anunciou que os portadores dos cartões Chase Freedom, Chase Sapphire e Ink from Chasepodem agora usar seus pontos do programa Ultimate Rewards para pagar por milhões de itens na Amazon.com. Cada ponto vale um cent, ou seja, 100 pontos valem um dólar para compras na loja virtual. Fonte: Chase
Nectar e eBay anunciam importante expansão da parceria Leia o resto deste post »
Esqueça o iPhone 5. A verdadeira revolução vem com os sistemas abertos.
Pelo menos na opinião de dois gigantes do mercado: Mozilla e Telefonica. A Mozilla está lançando o Firefox OS, um sistema móvel aberto baseado em um kernel Linux e que roda aplicativos inteiramente em HTML5. Quanto à Telefonica, ela revelou em julho planos de lançar produtos com esse sistema – começando pelo Brasil! O movimento da Mozilla foi realizado bem no momento em que Mark Zuckerberg declarou que não iria mais desenvolver seu Facebook Phone, por ser “the wrong move”. Mas Brendan Eich, CTO da Mozilla, pensa diferente. Ele acredita que está na hora de abrir o mercado para sistemas operacionais móveis, da mesma maneira que o Firefox fez no caso dos browsers. Além disso, pensa que o melhor lugar para fazer isso é nos países em desenvolvimento, onde há uma mercado faminto por telefones com melhores recursos. Em outras palavras, o Firefox OS não irá competir com o iOs da Apple – mas sendo disruptivo no mercado ao atacar em uma frente completamente diferentes. Leia matéria mais completa sobre o assunto, em inglês, no TechWeek Europe.
O Twitter despenca; e despenca porque merece Leia o resto deste post »
