Por Anderson Clayton
Desenvolver uma peça que se sobressaia dentre as incontáveis opções já existentes no mercado e acertar em cheio o casamento da ideia com o conceito, além de aprimorar, criar e, depois de todo esse esforço e dedicação de alguns ou vários profissionais da agência, conseguir encantar o cliente não é tarefa das mais fáceis. Por isso, a publicidade e o design estão entre as artes mais fascinantes que existem.
As agências de criação enfrentam uma série de desafios para chegar ao “novo” no desenvolvimento de uma peça publicitária, um rótulo ou uma embalagem, entre outras criações. Uma alternativa para aumentar as chances de sucesso em cada projeto é manter-se antenado com os mais atuais ou avançados recursos que a tecnologia oferece para facilitar ou dar um empurrãozinho para obter o “OK” final do cliente. Leia o resto deste post »
Honestidade e transparência como fatores de retenção e fidelidade; 6 dicas sobre como usá-los
13/04/2012
É um resumo de entrevista concedida por Stephen Waddington, da Speed Communications ao blog Rock The Post. A Speed foi lançada em março de 2009, resultado da fusão das consultorias BMA Communications, Custard PR, Lighthouse PR, Mantra PR e Rainier PR. Stephen concordou em conversar com o pessoal do Rock para explicar como conseguiram tanto sucesso na retenção de clientes, na construção de uma grande equipe e no processo de gerar negócios recorrentes. Leia o resto deste post »
A bem da verdade, a ficha de que hoje era o Dia do Consumidor só caiu quando recebi um email do Programa Mais, do Pão de Açúcar, dizendo que qualquer compra hoje valeria 100 pontos a mais em comemoração à data. No início, achei a iniciativa simpática. E até me perguntei o que estaria faltando em casa que poderia comprar numa das lojas da rede. Mas aí comecei a fazer contas. Três mil pontos do Programa Mais dão direito a um vale-compras de R$ 20,00. Portanto, eles me “agraciaram” hoje com o direito de descontar sessenta e seis centavos no valor de uma compra futura. A fidelidade é só minha, tudo indica. Leia o resto deste post »
Pagamentos digitais: poderosa ferramenta de fidelização ou apenas mais uma ‘novidade interessante’?
13/03/2012
Alguns anos atrás, quando ainda estava na M4R, fui envolvido na vinda para o Brasil de um sistema de pagamentos digitais, chamado M-Pay, uma tecnologia eslovena cujo principal diferencial era utilizar a banda de voz dos celulares, em vez da banda de dados, o que permitia o uso de qualquer operadora. A proximidade levou à intimidade, como se diz por aí, e, desde então, acompanho o assunto com interesse.
Desde então, também, as soluções multiplicaram-se. Além do Google Wallet, há dezenas, talvez centenas, de produtos que permitem aos consumidores comprar produtos com seus aplicativos de smartphones. O problema é que eles terminam concorrendo com os varejistas pela propriedade dos consumidores. As grandes redes estão claramente insatisfeitas, por exemplo, com a dificuldade que encontram para oferecer ofertas personalizadas e cupons.
Em outras palavras, as carteiras digitais, como elas são hoje, não permitem que o marketing dos varejistas usem os dados dos consumidores para proporcionar uma experiência total do cliente. Atualmente, os varejistas compreendem os comportamentos dos seus consumidores através de várias dimensões – desde o que eles fazem enquanto passeiam pelos corredores até que produtos preferem encomendar online. Mas isso não é suficiente, segundo eles. Um artigo recente do Wall Street Journal informa que duas dezenas de varejistas, incluindo Walmart e Target, estão desenvolvendo um sistema de pagamentos móveis para competir com o Google Wallet e outros produtos similares.
Ao construir seus próprios sistemas de pagamento digital, os varejistas acreditam que podem aumentar a fidelidade do cliente ao integrar as informações com os dados de pagamentos das compras.
Um motivo que não pode ser descartado para esse interesse em desenvolver um sistema próprio é o fato de que o processamento de transações digitais é um negócio potencialmente muito lucrativo. O mercado de pagamentos móveis deverá supera 600 bilhões de dólares até 2016, afirma o WSJ.
O que não se pode perder de vista, entretanto, é a necessidade de fazer com que pagamentos digitais, como qualquer outro ponto de contato onde o consumidor interage com a marca, tornem-se relevantes. Analisando o assunto, Bryan Pearson, presidente e CEO da LoyaltyOne, observa que o varejista não pode apenas adicionar o pagamento digital como um canal de distribuição a mais. Ele precisa se preparar para oferecer uma experiência que represente realmente uma mudança.
Fontes: WSJ e Pearso4Loyalty.com
Esta semana foi realizada em Nova York a convenção anual da NRF, National Retail Federation. Como sempre, valeu a pena acompanhar: as principais tendências e realidades do varejo mundial foram expostos e discutidos lá. Se você quer saber mais sobre o que ocorreu na NRF, faça uma visita ao blog do Luiz Alberto Marinho e ao Blue Bus. Em termos de marketing de relacionamento, talvez o que li de mais interessante foi o artigo abaixo, que saiu no Direct Marketing News. O entrevistado, CMO da Macy’s, abriu o jogo como poucas vezes vi. Confiram. Leia o resto deste post »
Segundo a Loyalty 360, uma organização voltada para fortalecer o conceito de que a fidelização do consumidor é uma estratégia crítica de marketing, estamos em um ponto crucial do ponto de vista mercadolótico. Apesar de os profissionais de marketing terem consciência de que reter e engajar os consumidores é fundamental para o crescimento sustentável, na prática, essas atividades continuam sendo um dos maiores desafios.
Para ajudar os profissionais a desenvolver estratégias mais efetivas, a Loyalty 360 sugere que mergulhem mais fundo nas seguintes tendências de fidelização do consumidor: Leia o resto deste post »