Segundo o site www.umacoisaeoutra.com.br (confirmei no www.dictionary.com), “trata-se de um vocábulo inglês de origem francesa. “Gai” foi usado em francês por Christian de Troyes pelo menos desde o século XII, com o significado de feliz, alegre, exultante e, também, divertido. A palavra entrou no inglês como “gay”, com o mesmo significado, mas no século XVII adquiriu a conotação de pessoa autoindulgente que busca apenas o prazer e em fins do século XIX, usava-se com a denotação atual nos códigos da comunidade homossexual norteamericana. Nos anos sessenta do século XX, na medida em que os homossexuais começaram a tornar-se mais visíveis, a palavra transcendeu ao vocabulário comum, no princípio entre aspas, e chegou ao português pelos anos setenta.”

O pessoal da Associação Nacional dos Inventores não para de criar coisas para facilitar o nosso dia a dia. Hoje, Dia das Mães, vamos ver alguns inventos interessantes que falam direto ao coração desses seres tão queridos — e às vezes tão sacrificados. Leia o resto deste post »

www.umacoisaeoutra.com.br:

Para os romanos, fazer a barba ou raspar a cabeça era uma forma de renovar-se, de iniciar, de certa forma, uma nova vida. Por essa razão, chamaram “novatio”, tanto ao ato de renovar algo como o de fazer a barba. Ao aparato que utilizavam para esta renovação chamaram “novacula”. O poeta hispano-romano Marcial usava a expressão “novacula nudere caput” para expressar o ato de raspar a cabeça com navalha. No latim vulgar da Peninsula Ibérica, “novacula” foi alterada para “navacula”, que com o correr dos séculos transformou-se em navalha, em português, e “navaja”, em castelhano.

Blog de Ronaldo Livreiro:

As abelhas são capazes de levar em consideração as relações entre objetos, assim como conceitos abstratos – um privilégio que se acreditava reservado a cérebros como o dos mamíferos -, revela um estudo do Centro Nacional de Pesquisa Científica francês (CNRS).

O fato de as abelhas poderem utilizar simultaneamente duas ideias abstratas é um resultado “completamente inesperado” que põe abaixo o pressuposto de que “a elaboração de um saber conceitual” necessita de um cérebro do tamanho do dos mamíferos, como o ser humano, destacam os cientistas neste estudo, publicado pela revista americana PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences). Leia o resto deste post »

Essa foi novidade absoluta para mim. Confiram:

“Antigamente, os documentos muito importantes levavam um parágrafo escrito com uma tinta de cor ocre que se fabricava a partir da hematita ou mineral de ferro. Anos mais tarde, fez-se também comum adornar a assinatura de uma pessoa com traços daquela cor, que em latim era chamada “ruber, -bra. –brum”. Do hábito de adicionar esses traços avermelhados para personalizar a assinatura, derivaram-se o verbo rubricar e o substantivo rubrica.”

Fonte: www.umacoisaeoutra.com.br

Calma. Não tire seu uniforme da Confederação Estelar ainda do armário. A discussão é toda no campo da teoria, mas não deixa de ser bem interessante.

Como você sabe, a única forma de viajar a locais distantes no espaço seria através dos que se chama “buracos de minhoca”, que é um “atalho” através do espaço e do tempo. O problema é que, até agora, a teoria dizia que essas “estradas” eram intrinsecamente instáveis, ou seja, seria impossível percorrê-las. Eles teriam que ser “asfaltados” com uma desconhecida matéria de energia negativa.

Mas eis que surgem três físicos, um grego e dois alemães, que afirmam que não, os “buracos de minhoca” podem ser mantidos abertos. Portanto… Trekkies, uni-vos.

Leiam a matéria que explica o assunto em velocidade warp no site Inovação Tecnológica.

Na antiga língua grega, “gymnós” significava despido. Os atletas competiam sem roupas, como podemos apreciar nas esculturas de Praxíteles. A ‘indumentária’ era a mesma dos alunos e docentes de algumas escolas de filosofia, como a dos “gimnosofistas”, assim chamados porque iam às aulas sem roupa.

Por essa razão, a palavra “gymnasion” foi aplicada tanto ao lugar para a prática de exercícios físicos como a alguns lugares de ensino.

Fonte: www.umacoisaeoutra.com.br

Essa é interessante. Para começar, como você sabe, vem do latim “restaurare”, restaurar, ou seja, é um sinônimo de ‘restaurador’, indicando que é um local onde você restaura suas forças. Mas a história completa vale a pena ser lida e reproduzo-a qual recebi do www.umacoisaeoutra.com.br:

“Em 1765, um pequeno empresário francês de nome Boulanger abriu em Paris uma casa de comidas. Na fachada pôs um cartaz em latim vulgar no qual se lia “Venis ad me omnes qui stomacho laboratis et ego restaurabo vos” (Vinde a mim os que tendes o estômago vazio que eu os restaurarei). Leia o resto deste post »

Muito oportunamente, em virtude da questão do direitos dos ciclistas em São Paulo, recebi o email abaixo do www.umacoisaeoutra.com.br.

“Provém da palavra grega “kyklos”, círculo, objeto circular, através do latim tardio “cyclos”. Com esta palavra, e o prefixo latino “bi-“, formou-se a voz inglesa “bicycle”, que passou ao francês sem alteração, embora logo os franceses tenham preferido adotar seu diminutivo “bicyclette”. Esta forma foi adaptada para bicicleta em português, espanhol, catalão e rumeno. Leia o resto deste post »

Já imaginou uma tatuagem feita com um material que detecta um campo magnético e transfere um estímulo para a pele, avisando que seu celular está tocando? Pois a Nokia não só imaginou como patenteou essa aplicação. A bem da verdade, o material não precisa ser colocado em uma tatuagem, pode ir num crachá. O problema maior é por que você usaria tal dispositivo? Leia mais no blog Tech Europe, do New York Times (em inglês).

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