Twitter atinge mais de 500 milhões de contas; Twitter testa ferramenta de tradução simultânea
As duas notícias saíram no Portal ProXXIma, embora a primeira esteja recebendo contestação. Seja como for, o portal de microblogging está se mexendo bastante para não ficar atrás do Facebook e de outros formatos que estão ganhando impulso, como o Tumblr e o Pinterest. Confira a informação quantitativa aqui e a da ferramenta, aqui Leia o resto deste post »
Aparentemente, não é só o Deivid que perde gols feitos. Os cientistas do CERN, ou seja, do mais avançado laboratórios de pesquisas sobre energia nuclear do mundo, acabam de confessar que a fantástica descoberta de partículas que se moviam em velocidade superior à da luz, anunciada no ano passado, também bateu na trave. Confirmada, a descoberta simplesmente jogaria a Lei da Relatividade einsteiniana no lixo, pois um dos seus pilares é exatamente a velocidade da luz como limiar. Mas tudo não passou de… má conexão. Confiram na matéria do iG.
Quais os limites do Photoshop publicitário?
As imagens de publicidade sempre receberam retoques. E os retocadores de antigamente eram semideuses, pois tratava-se uma arte extremamente difícil. Como o photoshop, no entanto, a coisa mudou: retocar uma imagem agora está ao alcance de qualquer mortal. E dá-lhe embelezamento artificial! (Ou monstruosidades, como prova o site Photoshop disasters.) A discussão está até no Congresso, como podem ver na matéria do Adnews. Leia o resto deste post »
Segundo o site Mashable.com, esportes e redes sociais é um casamento formado no céu. Notícias e resultados aparecem a todo instante, debates acesos pipocam em todos os cantos e os fãs adoram interagir com seus ídolos. A questão é o quanto esses fãs usam de fato as redes. E recentemente a GMR Marketing, especializada em brand-engagement, realizou um estudo e trouxe resultados muito interessantes, como se pode ver no infográfico abaixo. Leia o resto deste post »
Pesquisa prevê viralização no Twitter
O bebê que gargalha, “Luiza do Canadá”… Atualmente, todo mundo está atrás de uma ideia viral. Mas quem conseguiu emplacar uma não consegue explicar exatamente a fórmula. Vai ver não há uma fórmula. Ou será que há? Eis que surgiu um estudo da HP afirmando que pode antecipar potencial de uma notícia ganhar popularidade na rede social. Confira na matéria do Meio & Mensagem.
Restaurante promove pescaria com QR Codes
Outro negócio que está na moda é o uso de QR Codes (em post anterior, eu já expliquei do que se trata). Estão começando a aparecer utilizações inteligentes e interessantes. Como é o caso deste restaurante, relatado pelo portal ProXXIma.
Tumblr se aproxima do mercado brasileiro
Você tem um blog no Tumblr? Se a resposta for sim, eles vão ficar desapontados, porque a intenção é se posicionarem em uma categoria à parte, entre blogs e microblogs. Seja como for, o interesse pelo Tumblr é grande no Brasil – já somos o segundo país em número de acessos e usuários. E vice-versa, pois está chegando ao Brasil, com equipe própria e tud0. Confira na matéria do Meio & Mensagem.
“Será que devemos…” Mais três respostas
21/02/2012
Hoje é terça de carnaval, último dia, portanto, das respostas à questão formulada por Antonio Beja, Vice-Presidente Executivo do International Family Office. Ele perguntou se não seria melhor encerrar o cartão de fidelidade deles e investir o dinheiro em ações para audiências maiores. Já tivemos duas respostas e aqui seguem as três (até agora) finais. Muito esclarecedoras. (Uma curiosidade: Antonio contou que resolveram, em vez de simplesmente terminar o cartão, desenvolver um plano mensal de descontos para clientes que informassem email e número de telefone. Em minha opinião, é pouco, mas quem sabe ele possa compartilhar conosco no futuro os desenvolvimentos de suas ações. Aguardemos.) Leia o resto deste post »
“Será que devemos…” Segunda resposta
20/02/2012
Sigo com as respostas à questão formulada pelo vice-presidente da International Family Office. Ele comentou que a empresa dele pretendia deixar de investir em seu programa de fidelidade e aplicar a verba em promoções para o público em geral. Abaixo, a opinião de Deb Rapacz, palestrante, facilitadora em workshops, especialista em brand commitment e fidelidade, de Chicago. Leia o resto deste post »
“Será que devemos…” Primeira resposta
19/02/2012
Como prometi, começo agora a postar as respostas à questão levantada pelo vice-presidente da International Family Office. Ele comentou que a empresa dele pretendia deixar de investir em seu programa de fidelidade e aplicar a verba em promoções para o público em geral. A primeira intervenção foi feita por John Wallinger, Managing Director – The Marketing Planning Practice Ltd. Leia o resto deste post »
Neste carnaval, o blog estará meio que em recesso. O “meio que” explica-se pelo fato de que não estará completamente abandonado. Em um dos grupos do LinkedIn de que participo, “Retention, CRM, Customer Insights & Loyalty Marketing…”, um dos participantes, Antonio Beja, um lisboeta que é Vice-Presidente Executivo do International Family Office, publicou uma questão que assola muitos dos profissionais envolvidos com estratégias de marketing de relacionamento envolvendo cartões de fidelidade. Publicarei abaixo a questão por inteiro e, nos posts seguintes, as contribuições ao debate oferecidas por outros membros do grupo. Confiram.
Uma das empresas de varejo nas quais participo do Conselho está pensando em abandonar o programa de cartão de fidelidade que foi implementado há 4 anos e investir o dinheiro que estavam gastando com os cartões de forma indiscriminada para todos os clientes. Atualmente, apenas 30% dos clientes usam cartões e nossos estudos mostram que eles têm cartões dos nossos concorrentes também. A idéia é direcionar o tráfego para nossa loja, mesmo que isso signifique comprometer a informação que temos sobre nossos clientes (a qual, na realidade, nem mesmo usamos de forma eficiente). A idéia é garantir a manutenção através de baixos preços diários em categorias específicas. Alguém aqui adotou a mesma estratégia? Estou interessado em alguns insights de experiências passadas. Obrigado.
De acordo com pesquisa do Instituto Experian, embora responda por 90% das pesquisas no País, sua “taxa de sucesso” ficou em 58%, bem abaixo da obtida pelo Bing nacional, da Microsoft, com 82,3%. O segundo lugar ficou com o Yahoo Brasil, com 80,3%, seguido por Yahoo e Bing em suas versões internacionais (.com) - 80,2% e 79,8%. O buscador do UOL surge na quinta posição (78,6%) e é só aí que os vários Googles começam a aparecer.